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Mundo paralelo de OSGEMEOS!

Posted in Arte with tags , , , , , , , , , , , , , on 01/12/2009 by Renata Junqueira

Fui visitar a exposição dos grafiteiros Gustavo e Otávio Pandolfo, mais conhecidos como OSGEMEOS. Na verdade não é uma exposição e sim mundo paralelo que os artistas criaram dentro da FAAP.

Abrangendo além do sentido visual o ambiente estimula também os sentidos auditivos e táteis, transportando-nos ainda mais para este mundo colorido e divertido da imaginação.  Porém, por mais mágico, colorido e fantasioso que pareça este mundo ele também nos mostra uma dura realidade.

Instrutores do Método DeRose Itaim e alunos na exposição

Percebe-se que por trás de tantas cores vibrantes, linhas delicadas, desenhos inimagináveis há muita sensibilidade e grande sintonia entre os dois irmãos, isso torna as obras  ainda mais incríveis e transformadoras.  Numa entrevista para a revista Bravo, os artistas contam que certa vez, na época de escola, participaram de um concurso de ilustração e mesmo sendo de salas diferentes, sem comentarem a obra que cada um faria, apresentaram trabalhos idênticos.

Uma das coisas mais impressionantes são os detalhes que acabam virando o ponto central dos desenhos, fora os acabamentos lindos feitos com paetês e espelhos. A exposição de inicio parece pequena, porém os detalhes são tantos que a visita acaba levando horas para quem realmente quiser apreciar as minúcias.

Depois da exposição vale um pit stop na Kopenhagen bem em frente para trocar as experiências com os amigos!

DeRose Culture – Edição São Paulo

Posted in Curso, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/10/2009 by Renata Junqueira

DeRose Culture - São Paulo

“O DeRose Culture, que também tem edições nas cidades de Porto (Portugal) e New York (Estados Unidos) reunirá, pela primeira vez na capital paulista, profissionais e praticantes do Método DeRose de todo país.

O evento tem como objetivo divulgar a cultura e filosofia do Método, além de promover a integração entre todos os praticantes, sendo eles instrutores, alunos, tanto das Escolas credenciadas quanto de academias, empresas e clubes filiados. O encontro contará com a presença do sistematizador do Método, o escritor DeRose; os renomados professores Rosângela de Castro e Rogério Brant, além da participação de Presidentes de Federações de: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Distrito Federal, dentre outros.

Texto extraido do Blog DeRose

Programação:

– Aula gratuita no parque:
Dia: 23 de outubro, sexta-feira
Horário: a partir das 10h
Local: Praça do Porquinho no Parque Ibirapuera.

– Práticas do Método
Dia: 24 e 25 de outubro
Horário: 9h às 12h
Local: Hotel Íbis Barra Funda – Rua Eduardo Viana, 163 – Barra Funda – São Paulo – SP

– Lançamento dos livros: Histórico e Trajetória, DeRose; A Ancestral Arte da Poesia, Fábio Euksuzian; O Poder do Mantra, Ricardo Melo e Caio Melo; e Gourmet Vegetariano, Rosângela de Castro e ainda apresentações coreográficas:
Dia: 24 de outubro
Horário: 22h
Local: Espaço Cultural Vila Mariana – Rua Pedro de Toledo, 1378 – Vila Mariana – São Paulo – SP

Inscrições para o DeRose Culture e Festa:
– Espaço Cultural Vila Mariana
Tel: (11)3589-7227
email: vilamariana.sp@metododerose.org
– As vagas para as práticas no hotel são limitadas! Apenas 135 vagas!

Gustavo Oliveira
Diretor Geral
Espaço Cultural Vila Mariana
Método DeRose

Super ashtánga sádhana!

Posted in Curso with tags , , , , , , , on 22/09/2009 by Renata Junqueira

Curso aberto apenas para instrutores e alunos do Método DeRose.

Para saber mais sobre a Nossa Filosofia acesse: www.metododerose.org/blogdoderose

Super Ashtánga Sádhana com Charles Maciel

Receita do verdadeiro chai indiano!

Posted in Gastronomia with tags , , , , , , , , , , , , , on 15/09/2009 by Renata Junqueira

Nas escolas do Método DeRose sempre foi tradição servir aos alunos o chai.  Virou até um ritual dos alunos chegarem na escola servirem-se com um copo quentinho de chai. E enquanto degustam esta iguaria os alunos sentam para uma conversara descontraída entre eles e com os instrutores. Para finalizar a rotina na escola, depois da aula tem mais uma rodada de chai, alguns até enchem o copo e saem tomando.  Este tradicional chá indiano contém em sua fórmula ingredientes que realmente fascinam o paladar e deixam sempre um “gostinho de quero mais”.

No vídeo abaixo o professor DeRose, que já viajou para a Índia por mais de 20 anos, ensina como preparar esta receita e conta um pouco da história deste chá. No Brasil o chai  ficou muito conhecido após a novela “Caminho das Índias”.

Vídeo da entrevista com professor DeRose

Clique na imagem para acessar o vídeo da entrevista.

Professor DeRose

Receita do chai

Ingredientes:
-500 ml de água
-500 ml de leite
-5 sementes de cardamomo;
-2 unidades de canela em pau;
-6 colheres (de sopa) de açúcar;
-3 colheres (de sopa) de chá preto (Ear Grey);
-meio copo de gengibre ralado.

Preparo:
Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar e ferva novamente. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe.

Agora deguste o chai em um local agradável que você possa sentar-se e aproveitar, melhor ainda se você tiver uma boa companhia!

Por uma globalização mais humana – Milton Santos

Posted in Ação social, geografia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/08/2009 by Renata Junqueira

 

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

A globalização tem como definição mais direta, meramente o conjunto de mudanças através das quais se diminuem os constrangimentos geográficos sobre os processos sociais, econômicos, políticos e culturais, redução esta sobre a qual os indivíduos cada vez são mais conscientes. Mas isso é uma definição obviamente teórica, pois não é isso que vemos acontecer na prática. Primeiro porque esta quebra de barreira não se estende exatamente a todos os indivíduos do globo terrestre, ela se restringe apenas aqueles que tem condições de adquirir ou estar em contato com as novas tecnologias mundiais e as informações globais. Segundo, pois esta informação globalizada, a informação em massa, é produto das empresas globalitárias e segue a férrea lógica dos tempos, pois seleciona os destinatários, recorta a natureza da informação e controla sua difusão, produzindo como resultado apenas um “novo encantamento”, que pode ser inclusive alterado com a sofisticação que as novas tecnologias viabilizam, em escala incessante de multiplicação.

Nesse mundo globalizado a competição torna-se mais do que apenas necessário e saudável, a competição torna-se frustrante e antiética. E ao contrário do que se esperava cresce o desemprego, a pobreza, a fome e a violência. A globalização trouxe mais do que facilidades cotidianas, tecnologia e informação globalizadas, ela trouxe principalmente a pobreza globalizada, uma pobreza que não é mais local, nem mesmo nacional, ela é estrutural e o pior uma pobreza vista como inevitável e incurável.

Milton Santos observa a globalização sob três óticas: “o primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro, o mundo tal como ele pode ser: uma outra globalização”. A fábula é propagada por Estados e empresas, que colocam a globalização como fato inevitável. A imposição desse “pensamento único” naturaliza o caráter perverso do fenômeno, e constitui o que Milton chamava “violência da informação”. A perversidade da globalização se revela na medida em que seus benefícios não atingem sequer um quarto da população mundial, ao custo de disseminar a pobreza de continentes inteiros. Vista como possibilidade para o futuro, ela passaria a empregar os novos progressos técnicos de forma mais solidária, por exemplo produzir mais alimentos para a população, aplicar à medicina reduzindo assim as doenças e a mortalidade, de modo a derrubar o globalitarismo — termo cunhado por Milton que agrega ao conceito de globalização a noção de totalitarismo.

Nosso excelentíssimo geógrafo Milton Santos, nos faz pensar: nos dias de hoje essa facilidade de acesso e de disseminação da informação pode ser uma grande veículo para um mundo mais solidário. Só o que precisamos é que nossa consciência desperte o que ainda há de solidário em cada um de nós. É sim possível lutar por uma globalização menos perversa, “ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra, e amenizando a pobreza. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes.”- Milton Santos

 

Referências:

Livro: Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal, Milton Santos.

Documentário: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá, Sílvio Tendler.

Com a força da egrégora tudo é possível!

Posted in Autoconhecimento, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2009 by Renata Junqueira
Festival de SwáSthya Yôga de Buenos Aires 2008

Festival de SwáSthya Yôga de Buenos Aires 2008

Segundo o Mestre DeRose “egrégora designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc”.

Um exemplo muito simples de egrégora é, quando se convive com pessoas que acordam cedo, fazem esporte, observam uma alimentação saudável, por inércia também se adquiri esses hábitos. Quando se está em meio a pessoas que estão acostumados a acordar tarde, sair toda a noite, beber, a inércia de acompanhá-los também acontece. Essa inércia é na verdade a força da egrégora, capaz de influenciar fortemente as decisões e atitudes que tomamos.

Se não conhecermos este fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e seus criadores tornam-se escravos dela, já que são induzidos a pensar e agir de acordo com as características da criação dessa entidade gregária. O contrário acontece se tornarmos esse processo consciente, reconhecendo sua existência e as leis naturais que as regem, utilizando essa força colossal a nosso favor.

Fazendo parte de um grupo que possui ou está em busca das mesmas realizações que você, a força gregária torna-se positiva, já que ela te ajudará a remar pela correnteza em direção ao caminho que você escolheu. Mas, muitas vezes participamos de grupos que aparentemente nos fazem bem, só que na verdade estão nos puxando na direção contrária da que almejamos. Nesse caso, é necessário muita determinação e cuidado para conseguir se desvincular dessa força gregária. A única maneira de vencer sua influência é não se opor frontalmente a ela, já que uma pessoa por mais forte que seja, permanece uma só, e a egrégora acumula a energia de várias, incluindo dessa pessoa.

Ainda mais importante é perceber a incompatibilidade de egrégoras, ao contrário do que muita gente acha “as egrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança, as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança”.

Todos nós estamos sujeitos a conviver com a influência de diversas egrégoras, para uma vida harmoniosa é necessário ter em nosso espaço vital apenas aquelas que são compatíveis. “Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente”. A conseqüência dessa ruptura energética varia de nível, inicialmente com sintomas de ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação. Num próximo degrau pode gerar problemas na vida particular, familiar, profissional, afetiva. E ainda num nível mais acentuado os problemas começam a surgir em forma de neuroses, fobias, paranóias, até que as energias entram em colapso e surgem evidências concretas em forma de enfermidades físicas, a mais comum: o câncer.

Uma forma simples de observar isso é imaginando uma pessoa que faz parte de uma egrégora de família, uma de religião, outra de profissão, outra de política, uma de clube de futebol, raça etc. Como são diferentes coexistem sem problema algum. Agora imagine se essa pessoa resolve ter duas famílias, seguir cada dia uma religião, ser de direita e esquerda ao mesmo tempo e ainda torcer para mais de um time de futebol. Parece absurdo mas é o que muita gente faz tratando-se de correntes de aperfeiçoamento interior. Essas pessoas acabam misturando diversos tipos de Yôga, com rei-ki, teosofia, macrobiótica, eubiose etc. E não percebem que cada corrente tem um objetivo diferente, um método específico e principalmente trabalham com nossos centros de energia de diferentes maneiras, podendo causar um desnorteamento energético se trabalhados ao mesmo tempo.    

Muitas vezes nos sentimos sem motivação ou cansados de ter que “lutar” tanto para viver. Lutar para ganhar dinheiro, para conseguir um companheiro, para ter saúde, disposição etc. A maioria das vezes essa luta exaustiva se dá por nos colocarmos em um rodamoinho sem fim, envolvendo-se com egrégoras que não condizem com nossos objetivos ou que são incompatíveis. Trabalhamos em algo que não gostamos, convivemos com pessoas que não suportamos, deixamos de fazer o que gostaríamos por medo, fazemos coisas que não gostamos para agradar, escolhemos as egrégoras erradas…Quando percebemos o rodamoinho já nos engoliu e sair dele é tão difícil que é mais fácil e cômodo desistir.

Por isso a importância de um trabalho de autoconhecimento, nos auxiliando a agir e escolher as egrégoras de acordo com nossas próprias vontades e ideais ao invés de ficar a mercê da sociedade deixando que ela controle nossa vida e nossa felicidade.  E ainda, escolhendo os grupos certos poupamos muita energia, já que, a força gregária desse grupo nos empurra para frente sem que precisemos fazer quase nenhum esforço.

 

Citações:
Yôga, Mitos e Verdades,  Mestre DeRose

 

Sentimentos em letras reconhecidas!

Posted in Poesia with tags , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2009 by Renata Junqueira

O mundo é grande

Carlos Drummond de Andrade

 

O mundo é grande e cabe

nesta janela sobre o mar.

O mar é grande e cabe

na cama e no colchão de amar.

O amor é grande e cabe

no breve espaço de beijar.