Arquivo para junho, 2009

Yôga?

Posted in Cultura, Método DeRose, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/06/2009 by Renata Junqueira

Nós, instrutores do Método DeRose, buscamos sempre a excelência em tudo o que fazemos. Acreditamos que um trabalho sério e bom só se dá com muito trabalho e dedicação. Ensinamos uma filosofia milenar e temos como missão transmiti-la ao maior número de pessoas possível. Seja através do contato direto ou pela publicação de textos, artigos e livros sérios a respeito do assunto. Perpetuando assim, o conhecimento desta nobre filosofia para as gerações futuras.

Os textos abaixo foram produzidos por um grupo de 25 instrutores durante um curso de especialização em gramática e redação. O professor J.B. Oliveira, com toda sua experiência, tornou um curso de 9 horas, muito prazeroso e dinâmico.

Mesmo elaborados em 20 minutos, os textos ficaram realmente informativos e esclarecedores. Tirando eventuais dúvidas e confusões que os leigos têm em relação ao Yôga e ao Método DeRose.

Instrutores do Método DeRose no curso com o professor JBO Oliveira

 

Como o Yôga funciona?

(Elaborado por: Vivi, Gabis, Nina, Patrícia, De Nardi, Tati, Renata, Che e Marina)

Quando se fala de Yôga, o conceito que vem à mente das pessoas em geral é equivocado. A culpa não é nossa.

Durante milhares de anos essa filosofia foi modificada. Em um momento, pelas invasões sofridas em seu país de origem, a Índia. Em outro por modismos, influências culturais e mudanças históricas.

Pense o seguinte: há mais de cinco mil anos, quando o Yôga surgiu, não existia a preocupação de como ele funcionava. Por que se preocupar com isto hoje? O Yôga é uma filosofia de vida prática.

Este tipo de questionamento só nos faz desviar do propósito original. O Yôga é Yôga! Se funciona ou não, somente a experiência de cada um poderá dizer.

Por que o Yôga?

(Elaborado por: Marina, Elvis, Luis Gustavo, Fernanda, Djalma, Vinicius e Patríc)

 

 

Existe uma tendência natural do ser humano pela busca do aprimoramento e evolução. A civilização evolui em diversos aspectos: social, cultural, econômico, profissional e científico. No entanto, pouca importância é dada para o desenvolvimento pessoal.

O Método DeRose contempla o bom relacionamento entre as pessoas, delas com outros seres e a natureza. Através de uma cultura milenar que utiliza técnicas e conceitos promovendo o aperfeiçoamento multilateral daquelas que adotam tal estilo de vida.

O que é o Yôga?

(Elaborado por: Rosana, Ana Paula, Will, Dantas, Gi Setti, Dani Borges, Nilzo e Gi Correa)

O Yôga é um termo sânscrito que significa união.

A definição mais aceita mundialmente diz que: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi (autoconhecimento)”.

Esta frase foi lapidada pelo Mestre DeRose no século passado.

O Yôga é uma filosofia prática, da Índia antiga, que compreende técnicas orgânicas, respiratórias, concentração e meditação, entre outras. Essas técnicas conduzem a um estilo de vida mais saudável.

Atualmente, o Yôga tem sido procurado por pessoas jovens, dinâmicas, desportista, artistas, que buscam o que há de melhor para si.

Curiosamente, devido ao mau uso do termo, nós, representantes do Método DeRose, evitamos a utilização da palavra Yôga.

Uma amizade pode salvar vidas!

Posted in Amizade, Poesia with tags , , , , , , , , , , , , , on 19/06/2009 by Renata Junqueira

Para todos meu amigos, presentes no meu dia-a-dia ou que raramente vejo:

Esta linda mensagem é uma homenagem minha a você!

Obrigada pela sua amizade e por todos os momentos de alegria e dificuldade que passamos juntos.

 o valor de uma amizade

O valor de uma amizade 

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido
por um grupo de missionários, foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte instantânea
e as restantes ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de 8 anos, considerada em pior estado.
Foi necessário chamar ajuda por uma rádio e depois de algum tempo,
um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria
devido aos traumatismos e à perda de sangue.

Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Após alguns testes rápidos com o próprio pessoal da equipe
de socorro, puderam perceber que ninguém ali possuía
o sangue que a menina precisava.
Reuniram, então, o povo da aldeia e, tentaram explicar
o que estava acontecendo, gesticulando,”arranhando”
o idioma que era difícil para eles. Queriam dizer que
precisavam de um voluntário para doar sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho
levantar-se timidamente. Era um menino chamado Cheng.

Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante
e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
Passado um momento, Cheng deixou escapar um soluço e tapou
o rosto com a mão que estava livre.
O médico perguntou a ele se estava doendo e ele disse que não.
Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar,
e novamente o menino negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro
silencioso mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
O médico, então, pediu que ela procurasse saber
o que estava acontecendo com o menino Cheng.

Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele
e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando…
minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos: “Ele pensou que ia morrer.
Não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando
que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer”.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
“Mas, se era assim, por que então você se ofereceu para doar seu sangue?”
E o menino respondeu:

ELA É MINHA AMIGA.

Autor desconhecido

Revolutionary Road

Posted in Cinema, Cultura, Filme with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 18/06/2009 by Renata Junqueira

Revolutionary Road_Kate Winslet_Leonardo DiCaprio

Foi apenas um sonho (Revolutionary Road) 

 Sam Mendes

Ela, uma atriz sem sucesso, ele um empregado frustrado. Apesar de aparentemente levarem uma boa vida, morarem num bairro nobre, usufruírem de uma vida confortável e terem duas filhas, o casal Wheeler’s sustentam uma imagem irreal de casamento perfeito. Em meio a brigas e desentendimentos, o casal resolve sair da cidade e ir viver na Europa. Deixando para trás o imenso “vazio da esperança”. A partir desse momento, pelo simples fato de imaginarem deixar aquela vida sem emoção, pacata e tediosa, tudo começa a mudar na vida deles. Nos meses que antecedem a viagem Frank é promovido e April volta a ter esperança na vida.

O filme com grandes atores consegue mostrar bem o life style das famílias abastardas do interior dos Estados Unidos. Com um roteiro simples porém bem dirigido, a mensagem que mais me chamou a atenção foi a dificuldade das pessoas em conseguir se desvincular dos hábitos que as tornam infelizes, mesmo tendo a oportunidade de larga-los. O casal teve a grande chance de tentar reencontrar a felicidade entre eles, mas deixaram-na passar. Grande parte por pressão da sociedade que se opõe a qualquer tipo de mudança. Mas também por medos e inseguranças. E principalmente por conta dos grandes paradigmas incrustados dentro deles.

A nova forma de marketing nas empresas

Posted in Marketing, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/06/2009 by Renata Junqueira

 

Marketing 360

Aloísio Sotero na sua palestra sobre a Dufry e a Wine

Na primeira semana de junho fui para o Rio de Janeiro participar do V Seminário Marketing 360°. Um evento importante direcionado tanto para os profissionais da área quanto para empresas que querem entender melhor sobre a tendência do novo mercado.

Os palestrantes focaram em expor o case de sucesso da empresa em que trabalham. Mostraram os novos pontos de contato com o consumidor e a forma como está sendo construída a imagem dessas empresas. Alguns dos cases expostos foram: da Coca-cola, Johnnie Walker, Tecnisa, Dufry, Oi.

Como o tema do seminário era Marketing 360° os palestrantes apresentaram a visão multilateral de atuação das empresas. Porém, inevitavelmente, o mundo da web ganhou um destaque muito maior do que as outras mídias. Foi unânime a opinião de que a internet transformou completamente o mercado.

As empresas, de qualquer ramo, que quiserem sobreviver neste novo mercado precisa estar na internet.  E mais do que isso, ela precisa ser encontrada na primeira página do google. É importante notarmos que a nossa empresa está a um click de ser a escolhida, a um click de se destacar, a um click de crescer. 90% das pesquisas na internet são feitas através do google, e mais de 90% das pessoas não passam da primeira página. Na internet a informação é muito dinâmica e acessível, não aparecer na primeira página do google, é a mesma coisa do que perder para a concorrência todos os prospect que poderiam ser seus. Em outras palavras é perder dinheiro.

A internet mais do que um meio de comunicação é um meio de gerar capital. Gustavo Reis liderou uma equipe para o desenvolvimento da Tecnisa no meio da web. Segundo ele, com um investimento relativamente baixo perto dos outros veículosde comunicação, a equipe conseguiu revolucionar o mercado imobiliário. Hoje, o site da empresa gera 27% do total de vendas dos imóveis. Mostra ainda a eficiência da venda online, diminuindo de três para um mês o tempo médio de venda dos imóveis.

Segundo pesquisas de 2008 feitas pelo Ibope, no Brasil:

  • Há 196 milhões de habitantes;
  • 25 milhões de usuários da internet;
  • E foram investidos R$ 780 milhões em web.

Isso mostra como o público e os investimentos neste veículo são de extrema relevância. Mas é preciso saber com o que estamos lidando ao entrar no grande “mundo da net”. Ela pode ser uma faca de dois gumes.  Os internautas/consumidores estão cada vez mais exigentes e antenados. Por isso, ao adquirir o serviço da sua empresa com certeza ele pesquisou bastante e acredita que o seu serviço é o melhor na relação custo/benefício. Se a sua empresa satisfizer as vontades dele, será valorizada. Mas, se ao contrário, ela ficar muito aquém do desejado, todo o mundo da web também vai ficar sabendo. E isso acontece na proporção direta do tamanho da sua empresa. Pois os internautas sabem que tem esse poder e não hesitam em usá-lo para lutar pelos seus direitos de consumidor.

Um outro ponto muito observado pelos profissionais durante o seminário foi a “encontrabilidade” da empresa. Hoje nós temos que estar disponíveis para o cliente. Através de sac, blog, chat, msn, sites de relacionamento, e claro, através de formas diferenciadas. É preciso mais do que nunca usar a criatividade e a sensibilidade. Desenvolver novas formas de relacionamento com o público.

Por  exemplo,  a Dufry, antiga Brasif. A empresa investiu em multicontatos com o consumidor.  Desde a famosa sacola do Duty Free,  símbolo de status social, até um eficiente Contact Center. Esse Contact Center foi criado em 2004, quatro anos mais tarde este serviço se tornou global e a Dufry exportou o formato brasileiro de atendimento ao cliente.

Usando números para explicar a importância dos multicontatos para a Dufry, 85% das chamadas são atendidas em até 40 segundos, 90% dos e-mails são respondidos em até um dia e 98% dos chats são usados em real time. “Dos 220 mil contatos feitos com a Dufry em 2008, 5% foram feitos por e-mail, 20% em chats e 75% pelo SAC”, conta Aloísio Sotero, que foi responsável pela área de Marketing Direto da empresa. Um detalhe importante, 70% dos contatos do web site da empresa foram acessados através do google.

Outro exemplo é  a Coca-Cola, uma empresa consagrada no mercado e praticamente 100% reconhecida no mundo inteiro. Está sempre se reciclando, renovando, criando novas campanhas, formas de escutar o público. Gian Martinez que competentemente representou a Coca-Cola no seminário, deixou bem claro que o forte da empresa é o marketing da emoção, “conhecimento hoje toda empresa e consumidor possuem, o que vai destacar os seu serviço dos demais é a diferença que ele faz na vida das pessoas” disse Martinez.

Além de muito profissionalismo e trabalho, é preciso aprimorar-se cada vez mais em novos contatos com o consumidor. E ainda mais importante é investir cada vez mais, não com dinheiro, mas com criatividade e inovação.

“Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento.” Albert Einstein

 

Uma questão para pensar – parte I

Posted in Ação social, Alimentação, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 15/06/2009 by Renata Junqueira
Ronald Mcdonald, confissão de vegetarianismo
“Eu fiz lavagem cerebral em crianças, induzindo-as fazer o que é errado. Quero pedir desculpas por ter promovido uma empresa que fatura milhões matando animais” Geoffrey Guiliano, o ator principal do personagem Ronald MacDonald, nos anos 80, quando pediu demissão e se desculpou publicamente.

Com a força da egrégora tudo é possível!

Posted in Autoconhecimento, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2009 by Renata Junqueira
Festival de SwáSthya Yôga de Buenos Aires 2008

Festival de SwáSthya Yôga de Buenos Aires 2008

Segundo o Mestre DeRose “egrégora designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc”.

Um exemplo muito simples de egrégora é, quando se convive com pessoas que acordam cedo, fazem esporte, observam uma alimentação saudável, por inércia também se adquiri esses hábitos. Quando se está em meio a pessoas que estão acostumados a acordar tarde, sair toda a noite, beber, a inércia de acompanhá-los também acontece. Essa inércia é na verdade a força da egrégora, capaz de influenciar fortemente as decisões e atitudes que tomamos.

Se não conhecermos este fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e seus criadores tornam-se escravos dela, já que são induzidos a pensar e agir de acordo com as características da criação dessa entidade gregária. O contrário acontece se tornarmos esse processo consciente, reconhecendo sua existência e as leis naturais que as regem, utilizando essa força colossal a nosso favor.

Fazendo parte de um grupo que possui ou está em busca das mesmas realizações que você, a força gregária torna-se positiva, já que ela te ajudará a remar pela correnteza em direção ao caminho que você escolheu. Mas, muitas vezes participamos de grupos que aparentemente nos fazem bem, só que na verdade estão nos puxando na direção contrária da que almejamos. Nesse caso, é necessário muita determinação e cuidado para conseguir se desvincular dessa força gregária. A única maneira de vencer sua influência é não se opor frontalmente a ela, já que uma pessoa por mais forte que seja, permanece uma só, e a egrégora acumula a energia de várias, incluindo dessa pessoa.

Ainda mais importante é perceber a incompatibilidade de egrégoras, ao contrário do que muita gente acha “as egrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança, as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança”.

Todos nós estamos sujeitos a conviver com a influência de diversas egrégoras, para uma vida harmoniosa é necessário ter em nosso espaço vital apenas aquelas que são compatíveis. “Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente”. A conseqüência dessa ruptura energética varia de nível, inicialmente com sintomas de ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação. Num próximo degrau pode gerar problemas na vida particular, familiar, profissional, afetiva. E ainda num nível mais acentuado os problemas começam a surgir em forma de neuroses, fobias, paranóias, até que as energias entram em colapso e surgem evidências concretas em forma de enfermidades físicas, a mais comum: o câncer.

Uma forma simples de observar isso é imaginando uma pessoa que faz parte de uma egrégora de família, uma de religião, outra de profissão, outra de política, uma de clube de futebol, raça etc. Como são diferentes coexistem sem problema algum. Agora imagine se essa pessoa resolve ter duas famílias, seguir cada dia uma religião, ser de direita e esquerda ao mesmo tempo e ainda torcer para mais de um time de futebol. Parece absurdo mas é o que muita gente faz tratando-se de correntes de aperfeiçoamento interior. Essas pessoas acabam misturando diversos tipos de Yôga, com rei-ki, teosofia, macrobiótica, eubiose etc. E não percebem que cada corrente tem um objetivo diferente, um método específico e principalmente trabalham com nossos centros de energia de diferentes maneiras, podendo causar um desnorteamento energético se trabalhados ao mesmo tempo.    

Muitas vezes nos sentimos sem motivação ou cansados de ter que “lutar” tanto para viver. Lutar para ganhar dinheiro, para conseguir um companheiro, para ter saúde, disposição etc. A maioria das vezes essa luta exaustiva se dá por nos colocarmos em um rodamoinho sem fim, envolvendo-se com egrégoras que não condizem com nossos objetivos ou que são incompatíveis. Trabalhamos em algo que não gostamos, convivemos com pessoas que não suportamos, deixamos de fazer o que gostaríamos por medo, fazemos coisas que não gostamos para agradar, escolhemos as egrégoras erradas…Quando percebemos o rodamoinho já nos engoliu e sair dele é tão difícil que é mais fácil e cômodo desistir.

Por isso a importância de um trabalho de autoconhecimento, nos auxiliando a agir e escolher as egrégoras de acordo com nossas próprias vontades e ideais ao invés de ficar a mercê da sociedade deixando que ela controle nossa vida e nossa felicidade.  E ainda, escolhendo os grupos certos poupamos muita energia, já que, a força gregária desse grupo nos empurra para frente sem que precisemos fazer quase nenhum esforço.

 

Citações:
Yôga, Mitos e Verdades,  Mestre DeRose

 

Sentimentos em letras reconhecidas!

Posted in Poesia with tags , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2009 by Renata Junqueira

O mundo é grande

Carlos Drummond de Andrade

 

O mundo é grande e cabe

nesta janela sobre o mar.

O mar é grande e cabe

na cama e no colchão de amar.

O amor é grande e cabe

no breve espaço de beijar.