Arquivo para ióga

Autoconhecimento e alta performance no golfe!

Posted in Método DeRose, Opinião e informação with tags , , , , , , , , on 31/05/2010 by Renata Junqueira

Anúncios

Sucesso na profissão – Método DeRose

Posted in Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27/10/2009 by Renata Junqueira

A rede DeRose é considerada a maior rede de escolas de Yôga técnico do mundo, e vem conquistando cada vez mais adeptos no mundo inteiro. O Método DeRose se destaca muito nesse meio por conta de seu trabalho sério conquistado ao longo de quase meio século de aprimoramento. Todos os instrutores deste método são formados pela Primeira Universidade de Yôga do Brasil ou pela Universidade Internacional de Yôga. Além disso todos os anos revalidam seu certificado através da prova na Federação de Yôga do estado juntamente com os cursos de extensão universitária que ocorrem nas melhores faculdades estaduais, federais, católicas e particulares conveniadas do Brasil e diversos outros países no mundo todo.

Os instrutores de unidades credenciadas do Método DeRose participam ainda todo ano de dois eventos com foco na melhoria da nossa forma de trabalho e da expansão da Nossa Cultura:   InsightsMatando um Leão por dia.

Mestre DeRose dando palestra no Insights 2009

Mestre DeRose dando palestra no Insights 2009

No final de semana passado dia 24, 25 e 26 de outubro foi realizado a oitava edição do Insights, pela primeira vez em São Paulo. O evento reuniu 190 instrutores do Método DeRose vindos de Portugal, Argentina, Chile e de todas as partes do Brasil. Durante três dias esses profissionais participaram de diversas palestras, bate-papos, dinâmicas em grupo, práticas e festas que enriqueceram e aprimoraram muito o trabalho desses instrutores.

 

É por isso que nós, professores do Método DeRose, conquistamos o sucesso na profissão cada vez mais cedo. São muitos os estímulos, eventos, e auxílio de profissionais que nos direcionam para este sucesso.  Além disso, essa é uma profissão extremamente dinâmica que exige nosso constante aprimoramento pessoal e quebra de paradigmas, tudo em prol de um trabalho muito maior: transformar este um mundo melhor para se viver! 

 

Quer saber mais sobre essa profissão? Click no link abaixo.

Formação profissional do Método DeRose

 

DeRose e a filosofia preconizada!

Posted in Cultura, Método DeRose, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/10/2009 by Renata Junqueira

 

Método DeRose

Profissão, cultura, life style coaching, filosofia de vida…

Como instrutora do Método DeRose trabalho 24h por dia, afinal, este método abarca uma cultura, uma filosofia de vida cultivada no dia a dia. Mas, para mim estar a todo momento trabalhando é  estar sempre me aprimorando, melhorando minhas relações humanas, tornando-me uma pessoa mais refinada, cultivando boas amizades, lendo bons livros, viajando bastante.

Por assim ser, os educadores do Método DeRose transmitem seus ensinamentos muito além das aulas práticas em sala de aula, nós ensinamos a Nossa Cultura através do exemplo, das atitudes, da convivência diária.

 

O que é o Método DeRose afinal? É ou não é Yôga?

Não. O Método DeRose não é Yôga ele contém Yôga mas extrapola os limites desta prática. O Método DeRose é uma tecedura entre conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo, Pré-Clássico. Dizer que este Método é Yôga seria como dizer que um carro é constituído apenas pelo seu motor, engrenagem, ventoinha e suas demais partes mecânicas e esquecer-se de sua estrutura fundamental. Sem a lataria do carro não é possível defini-lo como tal, seriam apenas peças mecânicas. No caso do nosso Método, só com as técnicas práticas do Yôga sem a estrutura essencial dos conceitos não é possível definir como Método DeRose. Pois nosso Método ensina uma cultura de vida, um life style coaching que só é possível vivenciar quando a prática das técnicas se unem com a aplicação dos conceitos.  

 

O que são as técnicas e os conceitos que formam este Método?

Na prática as técnicas utilizadas são a reeducação respiratória, a administração do stress, limpeza orgânica que melhora o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

Quanto aos conceitos, a nossa proposta é a reeducação dos praticantes para tornarem-se pessoas melhores, mais polidas, mais viajadas, mais refinadas, mais civilizadas, mais cultas, que aprimorem inclusive sua linguagem e boas maneiras. Sugere uma revolução comportamental, através de uma filosofia muito antiga, propondo uma forma mais sensível e amorosa de relacionamento com a família, com o parceiro afetivo, com os amigos, com os subordinados e até mesmo com os desconhecidos.

 

Então foi o DeRose que inventou este novo Método?

Não. Tanto as técnicas quanto os conceitos utilizados pelo Método são baseados numa cultura muito antiga, a cultura da civilização do Vale do Hindu. DeRose apenas resgatou essas técnicas e esses conceitos quase perdidos no tempo e tratou de organizá-los sistematizando o Método. O conteúdo não é novidade alguma, a proposta é que é nova.

DeRose no início de sua carreira de magistério não atribuía nome algum ao que ensinava. Ao longo do tempo chamou a sistematização de SwáSthya Yôga, porém os alunos, instrutores e mesmo não praticantes percebendo a grande diferença do SwáSthya para as demais linhas de Yôga começaram a chamar o SwáSthya Yôga de Método DeRose. Hoje, após 50 anos de ensino estamos adotando esta nomenclatura.

 

Quem é DeRose?

Para mim DeRose é meu Mestre, para muitos um educador, para outros escritor, Comendador, Doutor Honoris Causa, Conselheiro etc. DDeRoseurante quase meio século de magistério, DeRose acumulou diversos títulos e foi reconhecido pelo seu trabalho sério por diversas entidades importantes no mundo inteiro.

Formou mais de 6.000 instrutores do Método DeRose, foi o introdutor do Yôga nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas de praticamente todo o Brasil e também em Universidades da Europa. Hoje DeRose se dedica quase exclusivamente a sua carreira como escritor e ministrante de cursos. É especialista em filosofia oriental e escreve sobre vários temas: comportamento, ficção, boas maneiras, contos, gastronomia, biografia, filosofia, história etc. Conta com mais de 20 livros publicados em vários idiomas e mais de um milhão de exemplares vendidos.

 

Saiba mais sobre DeRose:

http://www.uni-yoga.org/derose.php

http://www.yoga-go.com.br/derose.htm

http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose/

http://www.casadoyoga.com.br/metodo-derose-de-rose.html

http://www.universoyoga.org.br/derose.php

http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose

http://yogadoitaim.com.br/swasthya-yoga/derose/

Onde queremos chegar?

Posted in Autoconhecimento, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , on 08/09/2009 by Renata Junqueira

A Arte de Bem Viver

 

Professor DeRose e o jornalista António Mateus

Professor DeRose e o jornalista António Mateus

Jornalista António Mateus – Nós sonhamos que os nossos filhos cresçam num mundo numa determinada direção. E nós configuramos qual é essa direção. O senhor não “hipotecou”, não investiu 50 anos de investigação, de procura de saberes, sem sentir dentro de si onde é que queria chegar? Onde é que quer chegar?

Professor DeRose – “Eu gostaria de chegar a um ponto em que as pessoas, minimamente, escutassem o que nós temos a dizer. Que nos permitissem falar. Que não nos amordaçassem. Porque o grande problema que eu tenho sentido, é que nós temos coisas muito boas para dizer, não propondo um debate, mas propondo uma reflexão. O que ocorre é que os que não gostam do sistema, ou pensam que não gostam, não escutaram. Eles não conversaram comigo, não conversaram conosco, não conheceram a nossa gente, não leram nossos livros. Então, essa mordaça, eu gostaria, o meu sonho seria poder arrancar essa mordaça.

Eu me sinto sob aquela punição antiga, punição eclesiástica, do silêncio obsequioso. “Disse o que não devia, não falará mais.” E realmente eu sinto muito isso. Não querem que eu fale. Mas você observa que o que eu falo não é polêmico. Não considero polêmico, porque nós não estamos polemizando, nós não estamos discordando dos outros. Não é agressivo, acho que não é, não tenho intenção de que seja. Não quero agredir ninguém. E a proposta é boa, a proposta é uma juventude saudável. Nós trabalhamos essencialmente com adultos jovens. Portanto, produzir uma juventude saudável, juventude longe das drogas, do álcool e do fumo, se mais nada prestasse, pelo menos isso seria uma contribuição a ser reconhecida, que o nosso trabalho já esta há meio século proporcionando à sociedade.”

Veja a matéria completa:

Vídeo da entrevista com o educador DeRose

 

Por uma globalização mais humana – Milton Santos

Posted in Ação social, geografia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/08/2009 by Renata Junqueira

 

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

A globalização tem como definição mais direta, meramente o conjunto de mudanças através das quais se diminuem os constrangimentos geográficos sobre os processos sociais, econômicos, políticos e culturais, redução esta sobre a qual os indivíduos cada vez são mais conscientes. Mas isso é uma definição obviamente teórica, pois não é isso que vemos acontecer na prática. Primeiro porque esta quebra de barreira não se estende exatamente a todos os indivíduos do globo terrestre, ela se restringe apenas aqueles que tem condições de adquirir ou estar em contato com as novas tecnologias mundiais e as informações globais. Segundo, pois esta informação globalizada, a informação em massa, é produto das empresas globalitárias e segue a férrea lógica dos tempos, pois seleciona os destinatários, recorta a natureza da informação e controla sua difusão, produzindo como resultado apenas um “novo encantamento”, que pode ser inclusive alterado com a sofisticação que as novas tecnologias viabilizam, em escala incessante de multiplicação.

Nesse mundo globalizado a competição torna-se mais do que apenas necessário e saudável, a competição torna-se frustrante e antiética. E ao contrário do que se esperava cresce o desemprego, a pobreza, a fome e a violência. A globalização trouxe mais do que facilidades cotidianas, tecnologia e informação globalizadas, ela trouxe principalmente a pobreza globalizada, uma pobreza que não é mais local, nem mesmo nacional, ela é estrutural e o pior uma pobreza vista como inevitável e incurável.

Milton Santos observa a globalização sob três óticas: “o primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro, o mundo tal como ele pode ser: uma outra globalização”. A fábula é propagada por Estados e empresas, que colocam a globalização como fato inevitável. A imposição desse “pensamento único” naturaliza o caráter perverso do fenômeno, e constitui o que Milton chamava “violência da informação”. A perversidade da globalização se revela na medida em que seus benefícios não atingem sequer um quarto da população mundial, ao custo de disseminar a pobreza de continentes inteiros. Vista como possibilidade para o futuro, ela passaria a empregar os novos progressos técnicos de forma mais solidária, por exemplo produzir mais alimentos para a população, aplicar à medicina reduzindo assim as doenças e a mortalidade, de modo a derrubar o globalitarismo — termo cunhado por Milton que agrega ao conceito de globalização a noção de totalitarismo.

Nosso excelentíssimo geógrafo Milton Santos, nos faz pensar: nos dias de hoje essa facilidade de acesso e de disseminação da informação pode ser uma grande veículo para um mundo mais solidário. Só o que precisamos é que nossa consciência desperte o que ainda há de solidário em cada um de nós. É sim possível lutar por uma globalização menos perversa, “ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra, e amenizando a pobreza. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes.”- Milton Santos

 

Referências:

Livro: Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal, Milton Santos.

Documentário: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá, Sílvio Tendler.

Festival Internacional de Yôga

Posted in Cultura, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 20/08/2009 by Renata Junqueira

FESTIVAL INTERNACIONAL DE YÔGA DE SÃO PAULO

Festival Internacional de Yôga de São Paulo

Uma das características do SwáSthya Yôga é a valorização do sentimento gregário. Gostamos de estar sempre com os amigos, comerorar bastante, ir a festas, aniversários, jantares, conhecer gente nova, enfim, de estar junto das pessoas queridas aprendendo e evoluindo com elas.

Um dos eventos que mostram isto são os Festivais Internacionais de Yôga, organizado pela respectiva Federação de Yôga onde acontecem os festivais. Eles ocorrem cidades como Florianópolis, Atibaia, Buenos Aires, Lisboa, Saquarema etc.

Agora em agosto, dia 21, 22 e 23 será o Festival Internacional de Yôga de São Paulo, em Atibaia. São 3 dias de evento recheados com diversas práticas tranformadoras ministradas pelas maiores autoridades de Yôga do mundo contando com a presença do Mestre DeRose.

Para saber mais acesso o site do evento:

http://www.vivayogamoema.com.br/festyoga/

Zen essa!

Posted in Cultura, filosofia with tags , , , , , , , , , , , on 19/08/2009 by Renata Junqueira

Guru ZenPor Renata Junqueira

“Eu nunca entendi por que toda vez que eu dizia ser instrutora de Yôga as pessoas me olhavam, faziam uma cara estranha, uniam as palmas das mãos e diziam – Ahh, por isso que você é meio zeeeen!
Zen, eu? Até parava para pensar alguns instantes tentando achar alguma semelhança. Mas sinceramente, nunca encontrei.

Mas então porque zen?

Maldita praga do paradigman ambulante e da desinformacionite aguda.(…)”

Para continuar lendo este artigo acesse:

Yôga do Itaim – Zen essa!