Arquivo para julho, 2009

Impacto da pecuária no meio ambiente!

Posted in Ação social, Responsabilidade Ambiental with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/07/2009 by Renata Junqueira

Impacto da Pecuária Bovina no Brasil
Resumo da palestra proferida por Adriana da Conceição (bióloga com especialização em Gestão Ambiental)

Desmatamento é resultado da pecuária

Um pouco da História
– Primeiros impactos no mundo: pastores transformaram florestas em savanas, devido à prática da queimada e pisoteio do gado.
– Ocorreu principalmente no Mediterrâneo e Oriente Próximo.
– No Brasil causou grande impacto na devastação da Mata Atlântica (hoje só restam 7% da mata original).

Impactos na água
Para produzir:
– 1 kg carne consome 20.000 litros de água comparar com
1 kg arroz consome 4.500 L
1 kg trigo consome 1.500 L
1 kgbatata consome 150 L
– um matadouro grande em São Paulo gasta 4.250.000 l/água/dia
– uma pessoa que consome 35kg/carne/ano (média brasileira) pode chegar a gastar 700.000 l/água/ano

Impactos na ocupação de terras
– 1/3 da produção agrícola mundial vai para o gado.
– Ocupa 75% das terras produtivas brasileiras (não adianta confinar o gado, pois o mesmo pode comer 7kg ração para produzir 1kg de carne).

Devastação da Amazônia
– Pecuária: principal causa de desmatamento
(2º é a soja – veja mais em: http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=50 )
– Ocupa um área igual a região sul do Brasil em gado na Amazônia + uma região igual a área do Paraná em pasto abandonado)
– Pecuária contribuiu com 80% do total do trabalho escravo na região em 2004 e 62% em 2007.

Devastação do Pantanal
– Introdução de capim que tem devastado a vegetação local
– Fazendeiros e carvoarias: parcerias
– Provoca assoreamento dos rios da região
Savanas – pode-se dizer que a savana é uma formação vegetal herbácea (ervas) alta, atingindo nalgumas regiões os 2 metros de altura, e “salpicada” de algumas árvores e arbustos.
Assoreamento – são os processos erosivos, causado pelas águas, ventos e processos químicos, antrópicos e físicos que desagregam os solos e rochas formando sedimentos que serão transportados. O depósito destes sedimentos constitui o fenômeno do assoreamento.

Aquecimento Global (aumento do efeito estufa)
– Pecuária foi declarada pior que os automóveis.
– Vegetarianos geram menos 1.485 kg/CO2/ ano.
– No Brasil: maior emissão de CO2 pelas queimadas da Amazônia, de metano (arroto de mais de 200 milhões de bovinos) e óxido nitroso (esterco).
– No mundo: maior emissão de metano e óxido nitroso também
– Rendimento de terras – veja texto abaixo
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR770746010,00.html
“O raciocínio é matemático”, diz Greif. Para ele, alimentar os bois com pasto ou grãos é o meio menos eficiente de gerar calorias. A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a oito pessoas. A criação de frangos e porcos também afeta as florestas. Par a alimentar esses animais, é necessário derrubar árvores para plantar soja e produzir ração. Mas, na relação custo-benefício entre espaço, recursos naturais e ganho calórico, o boi é o pior. ”
Vantagens na saúde
– Diabetes: risco 80% menor em contrair doença
– Pressão arterial mais baixa.
– Redução doença cardíaca.
– Doenças renais menos incidentes.
– Veganos: mais saudáveis

Doenças ligadas ao consumo de carne
– Cardíacas
– Parkinson: UNIFESP – pacientes melhoraram 70% sem carne
– Artrite e infecções: molécula estranha da carne provoca estas infecções
– Câncer e danos ao DNA – pesquisa britânica
– Câncer de próstata: INCA e pesquisa na Califórnia
– Câncer de intestino: várias pesquisas e uma que foi uma das maiores da Europa com 500 mil pessoas em 10 anos
– Câncer de mama – Harvard – dobro do risco
Referências e recomendações de sites e livros:
FAO
PNUMA
EMBRAPA
CETESB
http://www.svb.org.br/
http://www.guiavegano.com/

Além da pecuária ser campeã em trabalho escravo, está acabando com a água potável do planeta. Segundo a FAO (ONU) é uma das grandes responsáveis pelo efeito estufa, e ainda é campeã absoluta em desperdício, pois compromete o solo, gasta uma quantidade exorbitante de água e energia, e gera bilhões de toneladas e poluentes.
“Aqueça seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!’

Texto extraido do Blog do Mestre DeRose

Quer saber mais um motivo do porque o SwáSthya Yôga é tão reconhecido e renomado no mundo inteiro?

Posted in Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , on 30/07/2009 by Renata Junqueira

Yôga no parque Método DeRose

Quer saber mais um motivo do porque o SwáSthya Yôga é tão reconhecido e renomado no mundo inteiro?

Pois você pode pratica-lo gratuitamente!

Isso mesmo você pode passar o resto da sua vida praticando o SwáSthya Yôga sem custo em várias cidades de diversos países. Estas aulas abertas acontecem normalmente em praças e parques públicos com dias e horários marcados. Em São Paulo por exemplo, acontece todo sábado no Parque Ibirapuera, praça do porquinho as 9 horas.

Quem já praticou alguma vez em algum lugar do mundo sabe que, além de ser um Yôga com excelência em seu método, ser ministrado por professores sérios e formados, o SwáSthya se destaca por não ser comercial. Não é comercial já que oferece aulas gratuitas, disponibiliza os dowloands de diversos livros e Cd´s do Mestre DeRose sem custo e ainda divulga no site da Uni-Yôga escolas de várias modalidades de Yôga.

Saiba mais:

www.uni-yoga.org

http://yogaparque.wordpress.com

http://www.yoganoparque.org

A relação Mestre/discípulo na tradição oriental e a incorporação desta tradição pelo SwáSthya Yôga

Posted in Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/07/2009 by Renata Junqueira

Mestre e a Instrutora Renat Junqueira

A relação entre Mestre e discípulo surgiu no Oriente, e vem sendo respeitada nessa parte do globo há mais de 5.000 anos.  Esta relação de carinho, respeito e lealdade muitas vezes é mal interpretada no Ocidente, principalmente quando atrelada ao Yôga. Isso ocorre por pura falta de informação e preconceito, já que a reverência que há por um Mestre de artes marciais é bem aceita e vista até como um ato nobre e de disciplina. Porém, tratando-se de um Mestre de Yôga os ocidentais adotam uma conotação negativa de autoritarismo e idolatria.

As mais antigas escrituras hindus explanam sobre esta relação hierárquica, sem falsa modéstia, sem eufemismo ou conceitos demagógicos para cativar a opinião pública. De acordo com os Shástras tradicionais, o Mestre é para o discípulo, pai, mãe e Íshwara (deus). Segundo o Maitrí Upanishad: “Esta ciência absolutamente secreta (o Yôga) só deve ser ensinada a um filho ou a um discípulo totalmente devoto ao seu Mestre”.

No Oriente, os gurus (instrutor, professor ou Mestre), de qualquer disciplina, seja de música, dança, história, artes marciais, são muito valorizados. Eles são constantemente reverenciados e homenageados por serem aqueles que transmitem o verdadeiro conhecimento e são considerados os educadores da humanidade. O sistema de castas da Índia coloca no topo da pirâmide os brahmanes, que são justamente aqueles que lidam com a cultura, com o conhecimento, abaixo deles é que vêm os reis, os nobres, guerreiros, etc.

O Yôga é uma filosofia de vida que nasceu sendo perpetuada através do parampará (transmissão oral), de Mestre para discípulo, e era em sua origem gupta vidya (conhecimento secreto). Por isso que da pessoa que se candidata a discípulo é exigido total respeito, obediência, lealdade, fé e amor a seu Mestre. Mircéa Eliade em seu livro, Patañjali e o Yôga, diz: “aquilo que caracteriza o Yôga não é apenas o seu lado prático, mas também sua estrutura iniciática. Não se aprende Yôga sozinho, é necessária a orientação de um Mestre”.

O SwáSthya Yôga por ser um Yôga ancestral, autêntico e sério incorporou essa estrutura iniciática que Mircéa Eliade cita. É importante sabermos que o discípulo tem a liberdade de escolher seu Mestre, e a partir do momento que ele se propõe a ser um discípulo, deve aceitar, acatar e reconhecer o Mestre definitivamente e sem reservas. Nesta relação se faz necessária a reciprocidade de ambas as partes, o Mestre tem que aceitar sê-lo e o discípulo também.

Questão para se pensar – Parte II

Posted in Alimentação, Cultura, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , on 15/07/2009 by Renata Junqueira

Paul Maccartney, Pitágoras, Albert Einstein e Leonardo da Vinci falando sobre vegetarianismo

Experiência inesquecível!

Posted in Poesia with tags , , , , , , , , , , , , , on 13/07/2009 by Renata Junqueira

De repente, caindo do mundo terrestre, para o submundo aquático. Tudo em Mergulho em Fernando de Noronhavolta é azul. 5m, 10m abaixo tudo começa a ficar intensamente colorido. 20m, 25m, as pedras, os corais, os peixes. Essas cores realmente existem? Um verde que nem a folha mais bela da árvore mais exótica pode ter. Um vermelho e um laranja que nem o pôr do sol do Caribe jamais vislumbrou. Roxo, amarelo e azul. Num profundo silêncio interno. A respiração cada vez mais profunda, a consciência cada segundo mais expandida, e a sensorialidade mais intensa. O simples  nadar da tartaruga encanta. As listras vermelhas, as bolinhas amarelas, e os formatos assimétricos são especiais. É engraçado achar as lulas pelos rastros de concha que elas deixam na areia. A quantidade de vida que se forma num naufrágio, numa caverna, numa laje!

Olhando para cima, para os lados, para baixo, tudo é vida. E eu respirando ali, vivendo aquele mundo. Naquele momento faço parte da cadeia. O coração começa a bater mais rápido, as bolhas ao meu redor começam a aumentar. Um peixe maior do que os outros vem em minha direção. Eu, somente eu, e o mar inteiro ali. Acalmo-me. Sim é um tubarão. Mas estou em Fernando de Noronha, não há porque se preocupar. Há alimento em abundancia. O tubarão lixa está alimentando-se e vivendo ali como numa quarta-feira qualquer.

O cardume de Paru me rodeia envolvendo-me com aquele corpo enegrecido e suas cinco faixas amarelas transversais, mostrando-me as profundezas do seu lar. Neste momento tenho certeza que se pudesse me olhar teria também as tais faixas amarelas em mim. Um peixinho lindo, metade roxo metade laranja quase passa imperceptível ao meu olhar vago. Ele era tão tímido, tão tímido que ao me ver se escondeu em sua toca. Tem medo, receio, vergonha (parece eu na primeira vez que fiquei frente a frente com uma enorme arraia, que poderia cobrir todo o meu corpo com sua manta). Será que é a primeira vez que esse lindo peixinho vê algo tão estranho como eu?

Com nadadeiras, respirando no fundo do mar, alimentando-se, e nadando com tanta leveza. O que será? Peixe? Tubarão? Arraia? Homem?
A consciência de estar num ambiente que não é o seu, em meio a uma natureza que não se está acostumado e participando da vida de seres tão diferentes. Cada um com suas determinadas características. Os golfinhos, tão brincalhões, gostam de nos acompanhar e fazer graças. As enguias tão pequeninas vivem isoladas e não gostam de companhia. Tantos peixes, tantos nomes, cores e formas.

Olhando no manômetro vejo que é hora de acordar, quero dizer de voltar. Subindo devagar para a superfície, ainda posso aproveitar os últimos instantes. Tiro o regulador Caverna aquática em Fernando de Noronhada boca. Mas o mergulho ainda não acabou, restam as lembranças que podem me levar de volta a mais de 20m de profundidade em apenas 1 segundo. Ai as lembranças…

De repente, caindo do mundo terrestre…

DeRose Method reconhecido pela Time Out

Posted in Método DeRose, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/07/2009 by Renata Junqueira

O que torna o método DeRose tão reconhecido e respeitado!

Marcelo Tessari é formado pela Primeira Universidade de Yôga do Brasil. Com o ímpeto de levar o Método DeRose para fora do Brasil, sozinho foi para New York com toda garra e coragem que nossa Egrégora o deu.  Seu trabalho vem sendo reconhecido e valorizado cada vez mais.

Este mês, a revista mais importante de eventos de NY (Time Out) publicou uma matéria sobre o trabalho dele. O artigo além de falar sobre o nosso Método, focou na divulgação das aulas gratuitas que Marcelo ministra na Central Park. Essa atitude de oferecer aulas em parques, praças, entre outros lugares públicos tem difundido muito nosso trabalho no Brasil e no exterior.

Para quem for para NY e quiser conhecer a Unidade, abaixo está o contato. Ela está localizada na parte mais charmosa de Manhattan.

Para alunos da rede DeRose que quiserem se hospedar em um lugar confortável e barato, o próprio Marcelo oferece seu apartamento.

105 Thompson St. apt.3 – 2nd Floor, SoHo New York

marcelo.tessari@uni-yoga.org.br

Tel: 1 718 532 6634

http://derosemethod.blogspot.com/

Palestra e Vivência do SwáSthya Yôga!

Posted in Curso, Método DeRose with tags , , , , , , , , , on 06/07/2009 by Renata Junqueira

O Método DeRose Itaim está organizando uma Palestra + Vivência do Yôga Antigo. Destina-se aqueles que querem começar a praticar Yôga e/ou querem conheçer um pouco mais sobre essa filosofia.

Participando da palestra você ganha um mês de aula de SwáSthya Yôga sem custo adicional. Aproveite esta oportunidade para travar contato com esta cultura milenar!

Para inscrever-se deixe um post ou entre em contato pelo telefone 3079-1439.

 

Curso: Introdução ao Yôga Antigo