Arquivo para yôga do itaim

Super ashtánga sádhana!

Posted in Curso with tags , , , , , , , on 22/09/2009 by Renata Junqueira

Curso aberto apenas para instrutores e alunos do Método DeRose.

Para saber mais sobre a Nossa Filosofia acesse: www.metododerose.org/blogdoderose

Super Ashtánga Sádhana com Charles Maciel

Receita do verdadeiro chai indiano!

Posted in Gastronomia with tags , , , , , , , , , , , , , on 15/09/2009 by Renata Junqueira

Nas escolas do Método DeRose sempre foi tradição servir aos alunos o chai.  Virou até um ritual dos alunos chegarem na escola servirem-se com um copo quentinho de chai. E enquanto degustam esta iguaria os alunos sentam para uma conversara descontraída entre eles e com os instrutores. Para finalizar a rotina na escola, depois da aula tem mais uma rodada de chai, alguns até enchem o copo e saem tomando.  Este tradicional chá indiano contém em sua fórmula ingredientes que realmente fascinam o paladar e deixam sempre um “gostinho de quero mais”.

No vídeo abaixo o professor DeRose, que já viajou para a Índia por mais de 20 anos, ensina como preparar esta receita e conta um pouco da história deste chá. No Brasil o chai  ficou muito conhecido após a novela “Caminho das Índias”.

Vídeo da entrevista com professor DeRose

Clique na imagem para acessar o vídeo da entrevista.

Professor DeRose

Receita do chai

Ingredientes:
-500 ml de água
-500 ml de leite
-5 sementes de cardamomo;
-2 unidades de canela em pau;
-6 colheres (de sopa) de açúcar;
-3 colheres (de sopa) de chá preto (Ear Grey);
-meio copo de gengibre ralado.

Preparo:
Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar e ferva novamente. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe.

Agora deguste o chai em um local agradável que você possa sentar-se e aproveitar, melhor ainda se você tiver uma boa companhia!

Onde queremos chegar?

Posted in Autoconhecimento, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , on 08/09/2009 by Renata Junqueira

A Arte de Bem Viver

 

Professor DeRose e o jornalista António Mateus

Professor DeRose e o jornalista António Mateus

Jornalista António Mateus – Nós sonhamos que os nossos filhos cresçam num mundo numa determinada direção. E nós configuramos qual é essa direção. O senhor não “hipotecou”, não investiu 50 anos de investigação, de procura de saberes, sem sentir dentro de si onde é que queria chegar? Onde é que quer chegar?

Professor DeRose – “Eu gostaria de chegar a um ponto em que as pessoas, minimamente, escutassem o que nós temos a dizer. Que nos permitissem falar. Que não nos amordaçassem. Porque o grande problema que eu tenho sentido, é que nós temos coisas muito boas para dizer, não propondo um debate, mas propondo uma reflexão. O que ocorre é que os que não gostam do sistema, ou pensam que não gostam, não escutaram. Eles não conversaram comigo, não conversaram conosco, não conheceram a nossa gente, não leram nossos livros. Então, essa mordaça, eu gostaria, o meu sonho seria poder arrancar essa mordaça.

Eu me sinto sob aquela punição antiga, punição eclesiástica, do silêncio obsequioso. “Disse o que não devia, não falará mais.” E realmente eu sinto muito isso. Não querem que eu fale. Mas você observa que o que eu falo não é polêmico. Não considero polêmico, porque nós não estamos polemizando, nós não estamos discordando dos outros. Não é agressivo, acho que não é, não tenho intenção de que seja. Não quero agredir ninguém. E a proposta é boa, a proposta é uma juventude saudável. Nós trabalhamos essencialmente com adultos jovens. Portanto, produzir uma juventude saudável, juventude longe das drogas, do álcool e do fumo, se mais nada prestasse, pelo menos isso seria uma contribuição a ser reconhecida, que o nosso trabalho já esta há meio século proporcionando à sociedade.”

Veja a matéria completa:

Vídeo da entrevista com o educador DeRose

 

Questão para se pensar – Parte III

Posted in Alimentação, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , on 08/09/2009 by Renata Junqueira
Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão. As crueldades que os animais sofrem pelas mãos dos homens estão além de nossa compreensão. Por favor, ajudem a parar com esta loucura. Richard Gere

"Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão. As crueldades que os animais sofrem pelas mãos dos homens estão além de nossa compreensão. Por favor, ajudem a parar com esta loucura." Richard Gere

A arte de bem viver é: Ser vegetariano!

Por uma globalização mais humana – Milton Santos

Posted in Ação social, geografia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/08/2009 by Renata Junqueira

 

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

Geógrafo que revolucionou a Geografia moderna no Brasil, seus conceitos e temas.

A globalização tem como definição mais direta, meramente o conjunto de mudanças através das quais se diminuem os constrangimentos geográficos sobre os processos sociais, econômicos, políticos e culturais, redução esta sobre a qual os indivíduos cada vez são mais conscientes. Mas isso é uma definição obviamente teórica, pois não é isso que vemos acontecer na prática. Primeiro porque esta quebra de barreira não se estende exatamente a todos os indivíduos do globo terrestre, ela se restringe apenas aqueles que tem condições de adquirir ou estar em contato com as novas tecnologias mundiais e as informações globais. Segundo, pois esta informação globalizada, a informação em massa, é produto das empresas globalitárias e segue a férrea lógica dos tempos, pois seleciona os destinatários, recorta a natureza da informação e controla sua difusão, produzindo como resultado apenas um “novo encantamento”, que pode ser inclusive alterado com a sofisticação que as novas tecnologias viabilizam, em escala incessante de multiplicação.

Nesse mundo globalizado a competição torna-se mais do que apenas necessário e saudável, a competição torna-se frustrante e antiética. E ao contrário do que se esperava cresce o desemprego, a pobreza, a fome e a violência. A globalização trouxe mais do que facilidades cotidianas, tecnologia e informação globalizadas, ela trouxe principalmente a pobreza globalizada, uma pobreza que não é mais local, nem mesmo nacional, ela é estrutural e o pior uma pobreza vista como inevitável e incurável.

Milton Santos observa a globalização sob três óticas: “o primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro, o mundo tal como ele pode ser: uma outra globalização”. A fábula é propagada por Estados e empresas, que colocam a globalização como fato inevitável. A imposição desse “pensamento único” naturaliza o caráter perverso do fenômeno, e constitui o que Milton chamava “violência da informação”. A perversidade da globalização se revela na medida em que seus benefícios não atingem sequer um quarto da população mundial, ao custo de disseminar a pobreza de continentes inteiros. Vista como possibilidade para o futuro, ela passaria a empregar os novos progressos técnicos de forma mais solidária, por exemplo produzir mais alimentos para a população, aplicar à medicina reduzindo assim as doenças e a mortalidade, de modo a derrubar o globalitarismo — termo cunhado por Milton que agrega ao conceito de globalização a noção de totalitarismo.

Nosso excelentíssimo geógrafo Milton Santos, nos faz pensar: nos dias de hoje essa facilidade de acesso e de disseminação da informação pode ser uma grande veículo para um mundo mais solidário. Só o que precisamos é que nossa consciência desperte o que ainda há de solidário em cada um de nós. É sim possível lutar por uma globalização menos perversa, “ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra, e amenizando a pobreza. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes.”- Milton Santos

 

Referências:

Livro: Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal, Milton Santos.

Documentário: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá, Sílvio Tendler.

Entrevista transformadora de uma Cultura Milenar!

Posted in Autoconhecimento, Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/08/2009 by Renata Junqueira

A Arte de Bem Viver do Método DeRose!

Mestre DeRose sorrindo

É possível uma convivência mais harmoniosa e sensível  nossa com nós mesmos e com a sociedade? Fazer parte de uma Cultura que nos proporciona uma vida mais lúcida, consciente e saudável? Conviver com pessoas dinâmicas, cultas e bem dispostas, que valorizam e trabalham com arte, educação e cultura ? E acima de tudo pessoas que se preocupam em serem melhores e mais éticas a cada dia?

DeRose em uma entrevista na Europa mostra de forma clara e contagiante que  através de uma cultura milenar resgatada pelo Método DeRose é sim possível!

Afinal, milhares de pessoas no Brasil, na América Latina, Europa e diversos países do mundo já adotaram este life style.

Leia uma pequena transcrição da entrevista reproduzida abaixo. Para vê-la em vídeo clique no link.

Vídeo da entrevista do professor DeRose

Jornalista António Mateus- “Mestre sua cultura promove um indivíduo mais lúcido, mais consciente, mais interativo  na sociedade, é isso?”

DeRose- A proposta é esta. A proposta é que através de um conjunto de técnicas e um conjunto de conceitos nós possamos levar uma pessoa comum a um estado de consciência expandida. Agora se isto vai ser obtido, ou não, vai depender de uma quantidade de fatores entre eles a própria genética do individuo, e da parte controlável, a dedicação, o investimento de tempo na prática desta filosofia e também o ambiente onde a pessoa vive porque vai depender muito da bagagem cultural que ela trás, da profissão que ela exerce, da idade a qual ela começou, então é uma constelação de fatores.

Jornalista António Mateus– “Como é que a sua cultura faz isso sobre o indivíduo? Que instrumentos, que ferramentais dispõe para fazer isto?”

DeRose- “Nossa Cultura com N maiúsculo e C maiúsculo porque é um conjunto de conceitos, filosofia, é um sistema de vida. Essa nossa filosofia, essa nossa cultura propõe isso através de uma reeducação comportamental progressiva e espontânea. Não somos a favor de doutrinação, portanto doutrinação está excluído, não somos também a favor de repressão. Sem doutrinação e sem repressão o melhor caminho é o exemplo, é a convivência, é o que chamamos de egrégora. É conviver com um poder gregário de um grupo que já está dedicado a estes ideais e a partir dai os conceitos são incorporados com muito mais facilidade e as técnicas, isto ai já é uma questão de dedicação individual, de praticar, de executar tais técnicas.”

Para saber mais sobre António Mateus:  http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/

Para saber mais sobre DeRose: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose

Festival Internacional de Yôga

Posted in Cultura, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 20/08/2009 by Renata Junqueira

FESTIVAL INTERNACIONAL DE YÔGA DE SÃO PAULO

Festival Internacional de Yôga de São Paulo

Uma das características do SwáSthya Yôga é a valorização do sentimento gregário. Gostamos de estar sempre com os amigos, comerorar bastante, ir a festas, aniversários, jantares, conhecer gente nova, enfim, de estar junto das pessoas queridas aprendendo e evoluindo com elas.

Um dos eventos que mostram isto são os Festivais Internacionais de Yôga, organizado pela respectiva Federação de Yôga onde acontecem os festivais. Eles ocorrem cidades como Florianópolis, Atibaia, Buenos Aires, Lisboa, Saquarema etc.

Agora em agosto, dia 21, 22 e 23 será o Festival Internacional de Yôga de São Paulo, em Atibaia. São 3 dias de evento recheados com diversas práticas tranformadoras ministradas pelas maiores autoridades de Yôga do mundo contando com a presença do Mestre DeRose.

Para saber mais acesso o site do evento:

http://www.vivayogamoema.com.br/festyoga/