Arquivo para Yôga

Zen essa!

Posted in Cultura, filosofia with tags , , , , , , , , , , , on 19/08/2009 by Renata Junqueira

Guru ZenPor Renata Junqueira

“Eu nunca entendi por que toda vez que eu dizia ser instrutora de Yôga as pessoas me olhavam, faziam uma cara estranha, uniam as palmas das mãos e diziam – Ahh, por isso que você é meio zeeeen!
Zen, eu? Até parava para pensar alguns instantes tentando achar alguma semelhança. Mas sinceramente, nunca encontrei.

Mas então porque zen?

Maldita praga do paradigman ambulante e da desinformacionite aguda.(…)”

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Yôga do Itaim – Zen essa!

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Mentalize e realize!

Posted in Autoconhecimento, Método DeRose, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/08/2009 by Renata Junqueira

Desenvolva o poder da sua mente!

Imagine como seria bom se pudéssemos transformar em realidade tudo o que desejamos? Conseguiu mentalizar isto? Então é possível.

A força da mentalização, mentalize e realize!

Desde o nascimento do primeiro ser humano uma poderosa e avançadíssima técnica tem sido utilizada: a técnica da mentalização. A mentalização nada mais é do que a “ação mental”, a capacidade que só o ser humano tem de criar projeções mentais, moldando ações futuras. Por exemplo, quando queremos abastecer o carro, imaginamos um posto na rua, ou, quando queremos falar com alguém, imaginamos esta pessoa ligando, ou até mesmo quando queremos comprar uma casa e sempre que passamos em frente a ela nos visualizamos morando lá. Essas imagens mentais são em sua maioria inconscientes, para tornar realmente eficaz nossa capacidade de transformar desejo em realidade é necessário que essas visualizações sejam conscientes e constantes.

Antes de realizar qualquer coisa criamos em nossa mente um arquétipo, um molde, uma forma daquilo que desejamos. Somente então é possível transformar qualquer coisa em realidade. Mas, entre a mentalização e a transformação dela em realidade há muito trabalho a fazer. É preciso treinar nossa capacidade mental de gerar imagens sem dispersão, focando estritamente naquilo que desejamos. Um arquiteto faz um desenho mental nos mínimos detalhes de como ele deseja o imóvel, a partir disto passa para o papel e transforma o projeto em realidade.

Este invcrível poder da mente  é algo intrínseco do ser humano totalmente natural e biológico porém a ciência ainda não consegue explicar de forma satisfatória seu funcionamento, por mais que já tenha tentado.  Utilizar a mentalização a nosso favor é algo extremamente simples, porém, que demanda muita dedicação e disciplina. No mundo real uma casa se constrói tijolo por tijolo, e precisa do trabalho continuo, colocando cimento, argamassa e tudo o mais até que ela fique pronta. Na mentalização não é diferente, precisamos criar imagens em nossa mente, tornando-as cada vez mais nítidas, reforçando-as todos os dias, com mais detalhes, mais cores, mais intensidade e foco. Não adianta hoje mentalizar  que você arranja um emprego, amanhã que você compra uma casa e depois de amanhã que você está emagrecendo. Escolha um só objetivo, visualize-o com riqueza de detalhes e mantenha esta mesma visualização por muito tempo, até ela tornar-se realidade. Simples assim!

Na prática do Yôga Pré-Clássico, SwáSthya Yôga, a mentalização é algo essencial e treinamos sua execução de diversas maneiras. Dentre as oito partes da prática (ashtánga sádhana), nas oito é possível utilizar mentalizações. Os yôgins possuem uma capacidade de transformar suas mentalizações em realizações exponencialmente maior do que o normal. Isso pois o yôgin, que incorporou esta filosofia em sua vida, possui seu treinamento diário, não somente de mentalização mas também de concentração e meditação. Quanto mais treinarmos nossa mente, mais forte e poderosa ela se tornará, e, proporcionalmente será maior a capacidade dela transformar imagem mental em realidade.

Faça da mentalização um hábito, algo rotineiro; ao andar, comer, estudar, trabalhar, namorar etc. Treine sua mente assim que acordar fazendo uma pré-programação mental do seu dia; mentalize tudo o que você tem que realizar, e algo que você queira que aconteça. Mas faça isso todos os dias, saturando a mente. É claro que junto com o treino de mentalização você precisa treinar o de ação, ou seja, não espere que tudo caia no seu colo, levante-se e faça alguma coisa. Ao mentalizar qualquer coisa você produz ondas características, e o universo começa a conspirar a seu favor. Mas você pode facilitar a realização de suas aspirações, sincronizando suas mentalizações com ações efetivas. Com o tempo de prática, você vai perceber o quão forte é está simples técnica. E vai perceber também que você torna-se uma pessoa mais realizada e feliz, afinal tudo o que você mentaliza se realiza.

Mas, cuidado com o que você mentaliza daqui para frente pois tem grande chance de se realizar!

———*——–

Quer saber mais sobre as técnicas milenares do SwáSthya Yôga? Assista gratuitamente as Web Classes ministradas pelo Mestre DeRose.

http://www.uni-yoga.org/cultura_entretenimento.php

Apnéia e Yôga – Origem, deturpação, transformação e enfim?

Posted in Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/08/2009 by Renata Junqueira

Assim como o Yôga, o mergulho livre ou mergulho em apnéia teve sua proposta original completamente deturpada com o passar dos anos.

Umas das primeiras referências deste tipo de mergulho estão relacionadas a atividades para a sobrevivência do homem. Foram encontrados pinturas e desenhos de mergulho no Japão, que se imagina ser mais ou menos do ano de 4.600 a.C. Essas pinturas seriam das amas japonesas, mergulhadores e mergulhadoras que se dedicavam a colher mariscos, algas e pérolas. Outras citações antigas da apnéia incluem a pesca para alimentação e objetos valiosos para o comércio como conchas e corais.

Tratando-se do Yôga, há estudos arqueológicos que resgatam comprovações de sua existência há mais de 5.000 mil anos, ao noroeste da Índia. No início o Yôga era algo espontâneo, que vinha de dentro e se expressava através de técnicas belíssimas e dinâmicas. Era simplesmente uma filosofia de vida prática de raízes naturalista e desrepressora. Era praticada por jovens saudáveis que se motivavam em segui-la sem um motivo especifico.

 

Mas as mudanças de conceito tanto em relação a apnéia quanto ao Yôga começaram a se deturpar e a adaptar-se de acordo com a época e o poder político vigente. 4.000 anos após o surgimento da apnéia como meio de subsistência, esta prática passa a ser usada na Grécia para explorações militares e estratégias bélicas. Segundo o livro de Tulcídides, “História da Guerra do Peloponeso”, mergulhadores atenienses desenvolveram um sistema de defesa contra o ataque Espartano.

Já o Yôga deixou o nobre sentido de filosofia de vida que estimula o autoconhecimento para ser utilizado como uma prática mística e até mesmo terapêutica para terceira idade.

 

E as transformações não pararam por ai. Nos dias de hoje a apnéia é relacionada a um esporte radical, onde os mergulhadores treinam para chegar cada vez mais fundo. Os apneístas utilizam diversas técnicas e recursos modernos para aprimorar-se em suas performances.

Yôga do Itaim, ásana em frente ao rio

Vrikshásana - técnica corporal do Yôga Antigo.

Quanto ao Yôga, as deturpações chegaram a desconectá-lo completamente de sua origem, desde as técnicas, a forma de utilizá-las até o escopo. Tornou-se algo utilitário, consumista, maçante. É possível encontrar pessoas o utilizando o como ginástica, massagem, técnica para curar doença etc.

 

Por pouco estas duas práticas ancestrais não se perderam no tempo e no espaço. A apnéia ainda é utilizada por mergulhadores como uma forma de caça menos depredadora. E as amas japonesas continuam com sua forma tradicional de colher alimentos e materiais preciosos do fundo do mar.

O Yôga, graças aqueles que se dedicaram a perpetuação do Yôga Antigo, Pré-Clássico sem qualquer deturpação ou modernização, ainda existe nos dias de hoje com o nome de SwáSthya Yôga. Foi por pouco, muito pouco mesmo que a mais rica, poética e artística tradição cultura da Índia não se extinguiu.

 

Curiosidade: Muitos mergulhadores profissionais de apnéia praticam Yôga ou utilizam algumas de suas técnicas para aprimorarem-se no esporte. Focam-se principalmente nas técnicas que aumentam a capacidade pulmonar e que ampliam a consciência corporal, emocional e mental.

 

Referências: 

http://www.brasilescola.com/educacaofisica/apneia-mergulho.htm

http://www.mergulholivre.com.br/index.php?c=126&s=215&lang=16

Anna Lia A. Almeida Prado, História da Guerra do Peloponeso – São Paulo, Martins Fontes, 1999

Mestre DeRose, Tratado de Yôga – São Paulo, Nobel, 2008

 

Encerramento da Campanha do Agasalho 2009

Posted in Ação social, Método DeRose, Solidariedade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/08/2009 by Renata Junqueira

Agradecimento a todos que ajudaram nossa arrecadação ficar ainda mais quente!

grupo roda com o total de agasalhos arrecadados na Campanho do Agasalho 2009

A cada ano a arrecadação da Campanha do Agasalho cresce exponencialmente. Este ano com muita alegria e descontração o Grupo Roda apresentou na cerimônia de Encerramento o número de agasalhos arrecadados!

Governador José Serra e o Mestre DeRose no encerramento da campanha do agasalho 2009“José Serra, atual governador do Estado de São Paulo, esteve presente na cerimônia de encerramento da Campanha do Agasalho, promovida pelo Fundo Social de Solidariedade e realizada na tarde de hoje, 29/7, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. A Rede DeRose participa ativamente do processo de arrecadações para o Fundo de Solidariedade desde 2004, tendo as Unidades credenciadas como postos de arrecadação todos os anos.”

Texto extraido do site YÔGAPRESS

 

Impacto da pecuária no meio ambiente!

Posted in Ação social, Responsabilidade Ambiental with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/07/2009 by Renata Junqueira

Impacto da Pecuária Bovina no Brasil
Resumo da palestra proferida por Adriana da Conceição (bióloga com especialização em Gestão Ambiental)

Desmatamento é resultado da pecuária

Um pouco da História
– Primeiros impactos no mundo: pastores transformaram florestas em savanas, devido à prática da queimada e pisoteio do gado.
– Ocorreu principalmente no Mediterrâneo e Oriente Próximo.
– No Brasil causou grande impacto na devastação da Mata Atlântica (hoje só restam 7% da mata original).

Impactos na água
Para produzir:
– 1 kg carne consome 20.000 litros de água comparar com
1 kg arroz consome 4.500 L
1 kg trigo consome 1.500 L
1 kgbatata consome 150 L
– um matadouro grande em São Paulo gasta 4.250.000 l/água/dia
– uma pessoa que consome 35kg/carne/ano (média brasileira) pode chegar a gastar 700.000 l/água/ano

Impactos na ocupação de terras
– 1/3 da produção agrícola mundial vai para o gado.
– Ocupa 75% das terras produtivas brasileiras (não adianta confinar o gado, pois o mesmo pode comer 7kg ração para produzir 1kg de carne).

Devastação da Amazônia
– Pecuária: principal causa de desmatamento
(2º é a soja – veja mais em: http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=50 )
– Ocupa um área igual a região sul do Brasil em gado na Amazônia + uma região igual a área do Paraná em pasto abandonado)
– Pecuária contribuiu com 80% do total do trabalho escravo na região em 2004 e 62% em 2007.

Devastação do Pantanal
– Introdução de capim que tem devastado a vegetação local
– Fazendeiros e carvoarias: parcerias
– Provoca assoreamento dos rios da região
Savanas – pode-se dizer que a savana é uma formação vegetal herbácea (ervas) alta, atingindo nalgumas regiões os 2 metros de altura, e “salpicada” de algumas árvores e arbustos.
Assoreamento – são os processos erosivos, causado pelas águas, ventos e processos químicos, antrópicos e físicos que desagregam os solos e rochas formando sedimentos que serão transportados. O depósito destes sedimentos constitui o fenômeno do assoreamento.

Aquecimento Global (aumento do efeito estufa)
– Pecuária foi declarada pior que os automóveis.
– Vegetarianos geram menos 1.485 kg/CO2/ ano.
– No Brasil: maior emissão de CO2 pelas queimadas da Amazônia, de metano (arroto de mais de 200 milhões de bovinos) e óxido nitroso (esterco).
– No mundo: maior emissão de metano e óxido nitroso também
– Rendimento de terras – veja texto abaixo
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR770746010,00.html
“O raciocínio é matemático”, diz Greif. Para ele, alimentar os bois com pasto ou grãos é o meio menos eficiente de gerar calorias. A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a oito pessoas. A criação de frangos e porcos também afeta as florestas. Par a alimentar esses animais, é necessário derrubar árvores para plantar soja e produzir ração. Mas, na relação custo-benefício entre espaço, recursos naturais e ganho calórico, o boi é o pior. ”
Vantagens na saúde
– Diabetes: risco 80% menor em contrair doença
– Pressão arterial mais baixa.
– Redução doença cardíaca.
– Doenças renais menos incidentes.
– Veganos: mais saudáveis

Doenças ligadas ao consumo de carne
– Cardíacas
– Parkinson: UNIFESP – pacientes melhoraram 70% sem carne
– Artrite e infecções: molécula estranha da carne provoca estas infecções
– Câncer e danos ao DNA – pesquisa britânica
– Câncer de próstata: INCA e pesquisa na Califórnia
– Câncer de intestino: várias pesquisas e uma que foi uma das maiores da Europa com 500 mil pessoas em 10 anos
– Câncer de mama – Harvard – dobro do risco
Referências e recomendações de sites e livros:
FAO
PNUMA
EMBRAPA
CETESB
http://www.svb.org.br/
http://www.guiavegano.com/

Além da pecuária ser campeã em trabalho escravo, está acabando com a água potável do planeta. Segundo a FAO (ONU) é uma das grandes responsáveis pelo efeito estufa, e ainda é campeã absoluta em desperdício, pois compromete o solo, gasta uma quantidade exorbitante de água e energia, e gera bilhões de toneladas e poluentes.
“Aqueça seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!’

Texto extraido do Blog do Mestre DeRose

Quer saber mais um motivo do porque o SwáSthya Yôga é tão reconhecido e renomado no mundo inteiro?

Posted in Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , on 30/07/2009 by Renata Junqueira

Yôga no parque Método DeRose

Quer saber mais um motivo do porque o SwáSthya Yôga é tão reconhecido e renomado no mundo inteiro?

Pois você pode pratica-lo gratuitamente!

Isso mesmo você pode passar o resto da sua vida praticando o SwáSthya Yôga sem custo em várias cidades de diversos países. Estas aulas abertas acontecem normalmente em praças e parques públicos com dias e horários marcados. Em São Paulo por exemplo, acontece todo sábado no Parque Ibirapuera, praça do porquinho as 9 horas.

Quem já praticou alguma vez em algum lugar do mundo sabe que, além de ser um Yôga com excelência em seu método, ser ministrado por professores sérios e formados, o SwáSthya se destaca por não ser comercial. Não é comercial já que oferece aulas gratuitas, disponibiliza os dowloands de diversos livros e Cd´s do Mestre DeRose sem custo e ainda divulga no site da Uni-Yôga escolas de várias modalidades de Yôga.

Saiba mais:

www.uni-yoga.org

http://yogaparque.wordpress.com

http://www.yoganoparque.org

A relação Mestre/discípulo na tradição oriental e a incorporação desta tradição pelo SwáSthya Yôga

Posted in Cultura, Método DeRose with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/07/2009 by Renata Junqueira

Mestre e a Instrutora Renat Junqueira

A relação entre Mestre e discípulo surgiu no Oriente, e vem sendo respeitada nessa parte do globo há mais de 5.000 anos.  Esta relação de carinho, respeito e lealdade muitas vezes é mal interpretada no Ocidente, principalmente quando atrelada ao Yôga. Isso ocorre por pura falta de informação e preconceito, já que a reverência que há por um Mestre de artes marciais é bem aceita e vista até como um ato nobre e de disciplina. Porém, tratando-se de um Mestre de Yôga os ocidentais adotam uma conotação negativa de autoritarismo e idolatria.

As mais antigas escrituras hindus explanam sobre esta relação hierárquica, sem falsa modéstia, sem eufemismo ou conceitos demagógicos para cativar a opinião pública. De acordo com os Shástras tradicionais, o Mestre é para o discípulo, pai, mãe e Íshwara (deus). Segundo o Maitrí Upanishad: “Esta ciência absolutamente secreta (o Yôga) só deve ser ensinada a um filho ou a um discípulo totalmente devoto ao seu Mestre”.

No Oriente, os gurus (instrutor, professor ou Mestre), de qualquer disciplina, seja de música, dança, história, artes marciais, são muito valorizados. Eles são constantemente reverenciados e homenageados por serem aqueles que transmitem o verdadeiro conhecimento e são considerados os educadores da humanidade. O sistema de castas da Índia coloca no topo da pirâmide os brahmanes, que são justamente aqueles que lidam com a cultura, com o conhecimento, abaixo deles é que vêm os reis, os nobres, guerreiros, etc.

O Yôga é uma filosofia de vida que nasceu sendo perpetuada através do parampará (transmissão oral), de Mestre para discípulo, e era em sua origem gupta vidya (conhecimento secreto). Por isso que da pessoa que se candidata a discípulo é exigido total respeito, obediência, lealdade, fé e amor a seu Mestre. Mircéa Eliade em seu livro, Patañjali e o Yôga, diz: “aquilo que caracteriza o Yôga não é apenas o seu lado prático, mas também sua estrutura iniciática. Não se aprende Yôga sozinho, é necessária a orientação de um Mestre”.

O SwáSthya Yôga por ser um Yôga ancestral, autêntico e sério incorporou essa estrutura iniciática que Mircéa Eliade cita. É importante sabermos que o discípulo tem a liberdade de escolher seu Mestre, e a partir do momento que ele se propõe a ser um discípulo, deve aceitar, acatar e reconhecer o Mestre definitivamente e sem reservas. Nesta relação se faz necessária a reciprocidade de ambas as partes, o Mestre tem que aceitar sê-lo e o discípulo também.