Archive for the Uncategorized Category

O porque do Amor?

Posted in Cultura, Uncategorized with tags , , on 04/01/2011 by Renata Junqueira
Imagem de: Pinterest.com

“Mulheres…” Que esperamos delas?… Filhos? Ajuda?… Paz? Felicidade? Tudo? Nada? Momentos?

Nós simplesmente vivemos, esperamos, conhecemos, amamos, e depois nos casamos vivemos na companhia de uma mulher o amor, o nascimento e a morte, depois nos viramos atrás de pernas na rua, às vezes nos desgraçamos por um penteado ou pelo hálito quente de uma boca, por alguns instantes sentimos, nas camas burguesas, ou nos sofás de molas quebradas das hospedarias imundas das ruelas, que estamos satisfeitos, às vezes somos bombasticamente generosos com uma mulher, elas choram, e os dois fazem juras de que vão ficar juntos, vão se ajudar mutuamente, viver no cume de uma montanha, ou na grande cidade…

Entretanto depois o tempo passa, um ano, três anos, ou duas semanas – você observou que o amor, como a morte, não compreende um tempo mensurável em horas ou pelo calendário?… – e o grande projeto em que eles se envolveram não deu certo, ou não resultou exatamente no que haviam imaginado.

E então eles se separam, com ódio, ou indiferença, e de novo esperam e recomeçam, procuram outros parceiros. Ou estão cansados, e ficam juntos, sugam a vontade e a força de viver um do outro, e adoecem, matam-se um pouco, morrem. E no último instante, quando cerram os olhos, será que entendem? … O que quiseram um do outro? Apenas cederam a uma lei grande e cega cujo imperativo renova eternamente o mundo por meio do hálito do amor, e requer mulheres e homens aos pares para preservar a espécie…?

Isso é tudo?

” De verdade” – Sándor Márai

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Posted in Uncategorized with tags , , , , on 07/06/2010 by Renata Junqueira

 

“Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver”

Bertolt Brecht

É natural do homem alimentar-se de carnes?

Posted in Alimentação, Gastronomia, Uncategorized, Vegetarianismo with tags , , , , , , , , , , , , , on 04/06/2010 by Renata Junqueira

 

 

 

O homem por natureza não foi feito para comer carne: depois de muitos estudos e investigações, os cientistas concluíram que nossos primeiros antepassados eram por instinto vegetarianos, especificamente frugívoros, e que recorriam a carne apenas em períodos de extrema crise. Foi durante a última era glacial que a dieta normal de frutas e legumes tornou-se praticamente impossível de satisfazer e, para substituir, tiveram que começar a comer o que encontravam. Alguns antropólogos todavia acreditam que o homem foi carnívoro na antiguidade, e que a alimentação baseada em vegetais é apenas um produto advindo da civilização. Estes antropólogos defendem que o ser primitivo vivia da caça e da pesca, por isso teria de ser carnívoro.

Se o homem fosse carnívoro por natureza, continuaria sendo e alimentar-se-ia de carne crua, sem nenhuma necessidade de condimentar-la ou de colocá-la com outros alimentos que na realidade reduzem ou mudam o sabor e até mesmo transformam a aparência da carne crua. É importante recordar que o homem primitivo não dominava o fogo nem dispunha de instrumentos para caça. E que somente depois de ter adaptado lanças, machados e etc é que pode começar a caçar animais mais fortes e rápidos do que ele. A lógica nos está provando que o homem em suas origens não foi caçador, nem carnívoro, mas sim, vegetariano e frugívoro e por falta de fogo crudívoro por excelência. Infelizmente, o costume de comer carne continuou, seja por necessidade como no caso dos esquimós e outras tribos do extremo norte, ou por hábito, condicionamento ou também por falta de conhecimento adequado. Em contrapartida, conforme nos mostrou a história, sempre existiram indivíduos e grupos de pessoas que compreenderam a importância de uma dieta vegetariana para beneficiar sua saúde ou por motivos éticos e religiosos. Pitágoras proibia seus discípulos de comer carne, garantindo que era um alimento insalubre, imoral e que ainda por cima prejudicava a inteligência. Platão, um dos sábios mais reconhecidos da antiga Grécia, era vegetariano. Seu lugar preferido era um jardim com árvores frutíferas, chamado akademos (de onde vem o termo academia), que ficava a alguns kilômetros de Atenas; ali, o discípulo de Sócrates se reunia com seus alunos para transmitir a eles seus ensinamentos filosóficos. Epicuro, precursor da filosofia monista, sobre a qual se apóia toda a ciência moderna, foi também vegetariano. Só se alimentava com frutas que ele mesmo cultivava. Benjamín Franklin, inventor do pára-raios, também foi vegetariano. Um dos personagens mais famosos que defendeu a dieta vegetariana foi Jean Jacques Rousseau, o suíço que foi um dos grandes escritores e pensadores da França em vésperas da Revolução Francesa. Tolstoi, um grande romancista russo, não somente pregou o vegetarianismo mas deu o exemplo, alimentando-se exclusivamente de frutas e verduras cruas. Há uma frase sua conhecida: “Enquanto nós formos sepulturas vivas de animais sacrificados, como podemos esperar melhores condições para a Terra?” Hoje o vegetarianismo já está muito reconhecido no mundo todo e apesar de existir certas opiniões ignorantes sobre o assunto, já não há nenhuma dúvida com relação aos benefícios que esta forma de se alimentar proporciona a quem a adota.

Voltemos a questão inicial: É natural que o ser humano se alimente de carne? Seu organismo está preparado para digeri-lá? Quanto a essas perguntas, observe o quadro abaixo que compara o biotípo do animal carnívoro, herbívoro, frugívoro e dos seres humanos.

Texto baseado no livro, La dieta del Yôga, Edgardo Caramella, Kier, 2005

 

Quadro sinótico copiado do livro La dieta del Yôga, Edgardo Caramella

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

**Curiosidade, você acha que a alimentação vegetariana não serve para esportitas, lutadores e pessoas que querem ganhar mais força? Então veja o vídeo abaixo 

Gladiadores vegetarianos

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=as-expedicoes-de-josh-bernstein–laboratorio-forense-0402983866C4C18346/user=yaq680z51683/date=2010-05-10&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/

Método DeRose para golfistas!

Posted in Método DeRose, Uncategorized with tags , , , , , , , , , , on 01/05/2010 by Renata Junqueira

O Método DeRose é uma proposta de reeducação comportamental com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Por todas essas caracteristicas esse Método tem se difundido muito no mundo, principalmente por pessoas que buscam ser melhores em todos os aspectos da vida.

Nos últimos tempos tenho convivido com muitos golfistas profissionais e amadores e percebi grande interesse por parte deles em conhecer o Método DeRose. O maior interesse tem se dado principalmente por conta do trabalho de resistência que proporciona o Método. Não somente de resistência física, mas principalmente de resistência mental e emocional, melhorando a performance do golfista durante as longas horas de jogo no campo.

Neste mês sairá minha coluna sobre este assunto na revista New Golf. Por enquanto vou deixar abaixo uma entrevista que dei para a mesma revista.

http://www.funfsports.com/videos/Funf/tv_new_golf_24-02-10-11v860340fb.mstp

Obs. A entrevista acontece durante os últimos 10 minutos do vídeo.

Retomando o fôlego!

Posted in filosofia, Responsabilidade Ambiental, Uncategorized with tags , , , , on 30/04/2010 by Renata Junqueira

Depois de um bom tempo sem escrever, finalmente estou voltando!

Aos pouquinhos mas voltando.

Hoje vou postar um vídeo que tem um ar catastrófico mais é  realmente muito bonito e mostra muitas verdades que orecisam ser ditas.

O vídeo tem imagens incríveis e o autor fala sobre a importância de percebermos o mundo como uma unidade, uma “família”, para então percebemos a importância de preserva-la . Quando falo do mundo não me refiro apenas aos nossos amigos, vizinhos e etc. Mas também ao meio ambiente, aos animais e todo o resto.

 Vale a pena ver o vídeo e perceber no fundo da alma o valor de  cultivar a vida!

Como funciona a psicoterapia – por DeRose

Posted in Saúde, Uncategorized with tags , , , , , , , on 21/12/2009 by Renata Junqueira

Como funciona a psicoterapia

Retirado do Blog do DeRose

A mecânica curativa da psicoterapia está no paciente e não no terapeuta. Para curar-se da maior parte das pequenas neuroses e distúrbios emocionais basta uma decisão tomada em profundidade, com toda a vontade de curar-se aflorando do seu ser, uma vontade que venha com toda a sinceridade lá do fundo da alma.

O problema é que a maioria das pessoas não sabe como gerar essa vontade sem a ajuda de um rito. O rito é representado pela decisão de procurar ajuda e aceitar pagar por ela. É a decisão de sair de casa duas a três vezes por semana, especialmente para conceder-se um tempo a fim de cuidar especialmente das idiossincrasias do seu psiquismo. É o poder dispor de alguém para catalisar a sua reação.

O número de charlatães que estão aí no mercado, clinicando, sem formação alguma e até portadores de psicopatias graves é assustador. No entanto, seus pacientes melhoram, alguns curam-se e quase todos saem elogiando o vigarista. A que se deve isso?

Deve-se ao poder de autocura já mencionado no capítulo A capacidade de autocura do organismo. No caso da psicoterapia, o terapeuta muitas vezes é o placebo. Podia ser um psicanalista de linha freudiana ou um de linha anti-freudiana; podia ser um tarólogo ou um homeopata; podia ser um instrutor de Yôga ou um acupunturista. Não importa quem vai ser o deflagrador da reação. O que importa é que seja pago, custoso e sistemático. Estes três fatores devem estar presentes:

a)   é imprescindível o fator prioridade, sua proposta tem que ser séria e estar acima de qualquer outro compromisso profissional, social, esportivo ou afetivo;

b)  é preciso que a medida tomada seja rítmica, constante, subordinada a uma disciplina;

c)   e é necessário que haja um sacrifício envolvido, que pode ser financeiro ou outro.

Por isso, as promessas, novenas e outros procedimentos religiosos também funcionam para uma determinada faixa cultural. Sai muito mais barato que as três sessões semanais à razão de mais de cem dólares por consulta, o que resultaria em, no mínimo, mil dólares por mês.

Portanto, se você for uma pessoa esclarecida e quiser fazer psicoterapia e, ao mesmo tempo, uma bela economia, elabore uma rotina ou, se preferir, um ritual, duas ou três vezes por semana, que exija um deslocamento físico para um outro local, um preço a ser pago e um compromisso com caráter de prioridade Que tal um grupo de meditação? Já pensou em praticar Yôga? Mas também pode ser dança de salão, tênis ou golfe.

Questão para se pensar – Parte IV

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , on 08/10/2009 by Renata Junqueira

Sociedade Vegetariana Brasilera (SVB)