Archive for the Educação Category

Lições de vida: de pai para filho!

Posted in Educação with tags , , on 04/01/2012 by Renata Junqueira

Hoje li um artigo m no Daily Mail realmente emocionante. É claro que parece meio clichê falar estas coisas mas se tratando de uma história real vale a pena ler.

Resumindo o artigo, Paul Flanagan, ao saber que e estava com câncer e tinha poucos meses de vida, resolveu escrever uma carta para seus filhos contandosobre seus valores de vida e deixando alguns conselhos. Após morrer a esposa achou esta carta em seu laptop:

Eu vou colocar a versão original que é em inglês, mas neste link você pode ler em português.

A FATHER’S RULES FOR FINDING FULFILMENT

  •  Be courteous, be punctual, always say please and thank you, and be sure to hold your knife and fork properly. Others take their cue on how to treat you from your manners.
  • Be kind, considerate and compassionate when others are in trouble, even if you have problems of your own. Others will admire your selflessness and will help you in due course.
  • Show moral courage. Do what is right, even if that makes you unpopular. I always thought it important to be able to look at myself in the shaving mirror every morning and not feel guilt or remorse. I depart this world with a pretty clear conscience.
  • Show humility. Stand your ground but pause to reflect on what the other side are saying, and back off when you know you are wrong. Never worry about losing face. That only happens when you are pig-headed.
  • Learn from your mistakes. You will make plenty so use them as a learning tool. If you keep making the same mistake or run into a problem, you’re doing something wrong.
  • Avoid disparaging someone to a third party; it is only you who will look bad. If you have a problem with someone, tell them face to face.
  • Hold fire! If someone crosses you, don’t react immediately. Once you say something it can never be taken back, and most people deserve a second chance.
  • Have fun. If this involves taking risks, so be it. If you get caught, hold your hands up.
  • Give to charity and help those who are less fortunate than yourselves: it’s easy and so rewarding.
  • Always look on the upside! The glass is half full, never half empty. Every adversity has a silver lining if you seek it out.
  • Make it your instinct always to say ‘yes’. Look for reasons to do something, not reasons to say no. Your friends will cherish you for that.
  • Be canny: you will get more of what you want if you can give someone more of what they desire. Compromise can be king.
  • Always accept a party invitation. You may not want to go, but they want you there. Show them courtesy and respect.
  • Never ever let a friend down. I would bury bodies for my friends, if they asked me to . . . which is why I have chosen them carefully.
  • Always tip for good service. It shows respect. But never reward poor service. Poor service is insulting.
  • Always treat those you meet as your social equal, whether they are above or below your station in life. For those above you, show due deference, but don’t be a sycophant.
  • Always respect age, as age equals wisdom.
  • Be prepared to put the interests of your sibling first.
  • Be proud of who you are and where you come from, but open your mind to other cultures and languages. When you begin to travel (as I hope you will), you’ll learn that your place in the world is both vital and insignificant. Don’t get too big for your breeches.
  • Be ambitious, but not nakedly so. Be prepared to back your assertions with craftsmanship and hard work.
  • Live every day to its full: do something that makes you smile or laugh, and avoid procrastination.
  • Give of your best at school. Some teachers forget that pupils need incentives. So if your teacher doesn’t give you one, devise your own.
  • Always pay the most you can afford. Never skimp on hotels, clothing, shoes, make-up or jewellery. But always look for a deal. You get what you pay for.
  • Never give up! My two little soldiers have no dad, but you are brave, big-hearted, fit and strong. You are also loved by an immensely kind and supportive team of family and friends. You make your own good fortune, my children, so battle on.
  • Never feel sorry for yourself, or at least don’t do it for long. Crying doesn’t make things better.
  • Look after your body and it will look after you.
  • Learn a language, or at least try. Never engage a person abroad in conversation without first greeting them in their own language; by all means ask if they speak English!
  • And finally, cherish your mother, and take very good care of her.

I love you both with all my heart.
Daddy x

Se quiser ler o artigo completo entre no site Daily Mail

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Seminário com tema: O TEMPO

Posted in Educação, filosofia with tags , , , , , on 12/05/2011 by Renata Junqueira

A empresa Santiago & Cintra está realizando um projeto muito bacana que chama-se FOCO.  Os três seminários que serão realizados durante este ano abordarão assuntos diferentes, mas que giram em torno se um tema central: “a presença crescente das tecnologias na economia, na vida social e na cultura contemporânea”. O primeiro seminário terá como assunto o TEMPO, conforme o convite abaixo.

O mais bacana é que será transmitido pela internet para quem não tiver disponibilidade para ir até o Ibirapuera.

Eu por exemplo terei que ver online!!

O poder da não violência!

Posted in Educação with tags , , , , , , on 20/07/2010 by Renata Junqueira

O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Institute,
contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da
habilidade de seus pais, em uma palestra proferida na Universidade de Porto Rico:

‘Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia
fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul.
Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por
isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com possibilidade de
ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.
Certo dia, meu pai pediu- me que o levasse até a cidade, onde participaria
de uma conferência durante o dia todo.
Eu fiquei radiante com esta oportunidade.
Minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como
passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos
pendentes, como levar o carro à oficina.
Quando me despedi de meu pai ele me disse:
– Nós nos encontraremos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos.
Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo.
Distraí-me tanto – um filme duplo de John Wayne – que esqueci da hora
e quando me dei conta já eram 17h30.
Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai.
Eram quase 18 horas quando cheguei e ele me perguntou ansioso:
– Porque chegou tão tarde ?
Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo
um filme de John Wayne.
Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar.
O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina.
Ao perceber que eu estava mentindo, disse-me:
– Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve a
coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a
você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso.
Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou
a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação.
Não pude deixá-lo sozinho. Guiei por 5 horas e meia atrás dele, vendo meu pai
sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito.
Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.
Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: se ele tivesse me castigado
da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a
lição?
Não, não creio, teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo.
Mas esta ação foi tão forte que ficou impressa na minha memória como se
fosse ontem.
Este é o poder da não- violência.