Archive for the Cultura Category

British Museum – acervo de um país colonizador.

Posted in Cultura with tags , , , on 23/01/2012 by Renata Junqueira
Renata Junqueira no British Museum - arte de bem viver

British Museum

Este final de semana fui pela segunda vez no British Museum. É de fato um museu incrível  um verdadeiro mergulho na história do mundo antigo, com relíquias e tesouros que chegam a datar 5.000 anos.

Mas esta última visita me fez lembrar um fato que me marcou quando estive na Grécia, em Atenas. Fui visitar Acrópoles e seus sítios arqueológicos. Quando estava chegando no Parthenon li no guia que tinha em mãos que grande parte das esculturas de mármores deste lugar se encontravam no BM, outras no Louvre e ainda algumas no Vaticano, e também algumas no Museu de Acrópolis. Ali mesmo no local havia apenas algumas ruinas (o Parthenon agora está sendo restaurado, parece que eles vão recriar como era antigamente). Naquele momento pensei; era melhor ter ido direto pra Londres para ver as raridades da Grécia. (Ok, eu exagerei um pouco, pois estar naquele lugar histórico foi uma experiência incrível).

Os países que foram grandes colonizadores possuem o acervo dos museus nacionais muito ricos justamente por terem aproveitado do seu poder para extrair as riquezas dos colonos. A Inglaterra por exemplo colonizou grande parte da África, quase toda América do Norte, Índia etc. Esse infelizmente é o grande motivo do BM ser um dos museus com o maior acervo do mundo. Alguns países estão pedindo a repatriação destes tesouros. Como é o caso da Grécia, que pede de volta os mármores do Parthenon.

É de fato muito excitante poder ver de tão perto tesouros, relíquias e estátuas da antiguidade, mas agora penso no custo cultural para ter este acesso fácil. É um assunto delicado e muito controverso. Há anos o Conselho Internacional de Museus (Icom) tem manejado estas discussões, porém, este assunto envolve muita politica, e, portanto é muito difícil de se resolver.

De qualquer forma é muito importante conhecermos os dois lados da moeda, abrir nossa cabeça sobre os assuntos mais simples como é o caso dos museus e seus acervos.

Enfim, o museu não deixa de ser um ótimo atrativo cultural. Uma das coisa que gosto de ver nos museus são os jovens artistas que levam seus cadernos de desenho e sentam-se em frente as esculturas para inspirar-se. Um dia, no próprio BM havia um grupo de crianças, um tour escolar, sentados desenhando no meio do museu!

Tirando algumas exposições temporárias o museu é free. Mas você pode fazer sua doação nos diversos locais de recolha.

Como gosto muito da cultura indiana, e esta última visita foi dedicada a esta parte. Posto aqui algumas fotos.

 

Placa Shiva dakshinamurti British Museum

 

 

Shiva Natarája - British Museum

 

Selos de Mohenjo-Daro - British Museum

A arte de Pina Bausch

Posted in Arte, Cultura with tags , , , on 20/04/2011 by Renata Junqueira

Neste final de semana fui no Teatro Alfa ver a apresentação da companhia Tanztheater de Wuppertal, fundada pela alemã Pina Bausch. Mesmo sem a presença de Pina, a apresentação está realmente incrível, os 17 bailarinos que fazem parte da companhia incorporaram os ensinamentos desta grande coreografa.

A união do teatro com a dança me transmitiu uma sensação incrível de proximidade com os dançarinos, que com muito sentimento, expressão corporal e bom humor me  envolveram de tal forma que nem percebi as mais de 2 horas de espetáculo passar!

Estou até agora tentando decidir o que foi mais incrível: a atuação dos dançarinos, o figurino ou a trilha sonora!

Vai aqui um vídeo que não está muito bom da peça Ten Chi que foi apresentada aqui no Brasil.

E também o trailer do curta alemão sobre a obra de Pina Bausch

E para babar nos figurinos tem também essas fotos tiradas do site R7 entretenimento, da fotógrafa Julia Chequer.

O porque do Amor?

Posted in Cultura, Uncategorized with tags , , on 04/01/2011 by Renata Junqueira
Imagem de: Pinterest.com

“Mulheres…” Que esperamos delas?… Filhos? Ajuda?… Paz? Felicidade? Tudo? Nada? Momentos?

Nós simplesmente vivemos, esperamos, conhecemos, amamos, e depois nos casamos vivemos na companhia de uma mulher o amor, o nascimento e a morte, depois nos viramos atrás de pernas na rua, às vezes nos desgraçamos por um penteado ou pelo hálito quente de uma boca, por alguns instantes sentimos, nas camas burguesas, ou nos sofás de molas quebradas das hospedarias imundas das ruelas, que estamos satisfeitos, às vezes somos bombasticamente generosos com uma mulher, elas choram, e os dois fazem juras de que vão ficar juntos, vão se ajudar mutuamente, viver no cume de uma montanha, ou na grande cidade…

Entretanto depois o tempo passa, um ano, três anos, ou duas semanas – você observou que o amor, como a morte, não compreende um tempo mensurável em horas ou pelo calendário?… – e o grande projeto em que eles se envolveram não deu certo, ou não resultou exatamente no que haviam imaginado.

E então eles se separam, com ódio, ou indiferença, e de novo esperam e recomeçam, procuram outros parceiros. Ou estão cansados, e ficam juntos, sugam a vontade e a força de viver um do outro, e adoecem, matam-se um pouco, morrem. E no último instante, quando cerram os olhos, será que entendem? … O que quiseram um do outro? Apenas cederam a uma lei grande e cega cujo imperativo renova eternamente o mundo por meio do hálito do amor, e requer mulheres e homens aos pares para preservar a espécie…?

Isso é tudo?

” De verdade” – Sándor Márai

Temas de amor

Posted in Cultura, Relacionamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 14/12/2009 by Renata Junqueira

Hoje, neste mundo que muitos chamam de pós-moderno, outros preferem hipermodernidade ou simplesmente mundo globalizado, muitos conceitos, visões e até mesmo ideais de éticas caíram por terra. Por exemplo o conceito de relacionamento afetivo, transformou-se e  aprimorou-se ao longo de milênios de uso. O texto abaixo do psicanalista Flávio Gikovate mostra de forma madura e sensível sua visão sobre o tema. 

                                                                           

Sawabona – Shikoba

Retirado do blog AssimFalouDeNardi

                                                                             

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio.

As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher.

Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante.

Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.
Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma.
É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…

Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no  sul da África quer dizer “Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante pra mim”.

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é: “Então eu existo pra você”

Por Flávio Gikovate

DeRose e a filosofia preconizada!

Posted in Cultura, Método DeRose, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/10/2009 by Renata Junqueira

 

Método DeRose

Profissão, cultura, life style coaching, filosofia de vida…

Como instrutora do Método DeRose trabalho 24h por dia, afinal, este método abarca uma cultura, uma filosofia de vida cultivada no dia a dia. Mas, para mim estar a todo momento trabalhando é  estar sempre me aprimorando, melhorando minhas relações humanas, tornando-me uma pessoa mais refinada, cultivando boas amizades, lendo bons livros, viajando bastante.

Por assim ser, os educadores do Método DeRose transmitem seus ensinamentos muito além das aulas práticas em sala de aula, nós ensinamos a Nossa Cultura através do exemplo, das atitudes, da convivência diária.

 

O que é o Método DeRose afinal? É ou não é Yôga?

Não. O Método DeRose não é Yôga ele contém Yôga mas extrapola os limites desta prática. O Método DeRose é uma tecedura entre conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo, Pré-Clássico. Dizer que este Método é Yôga seria como dizer que um carro é constituído apenas pelo seu motor, engrenagem, ventoinha e suas demais partes mecânicas e esquecer-se de sua estrutura fundamental. Sem a lataria do carro não é possível defini-lo como tal, seriam apenas peças mecânicas. No caso do nosso Método, só com as técnicas práticas do Yôga sem a estrutura essencial dos conceitos não é possível definir como Método DeRose. Pois nosso Método ensina uma cultura de vida, um life style coaching que só é possível vivenciar quando a prática das técnicas se unem com a aplicação dos conceitos.  

 

O que são as técnicas e os conceitos que formam este Método?

Na prática as técnicas utilizadas são a reeducação respiratória, a administração do stress, limpeza orgânica que melhora o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

Quanto aos conceitos, a nossa proposta é a reeducação dos praticantes para tornarem-se pessoas melhores, mais polidas, mais viajadas, mais refinadas, mais civilizadas, mais cultas, que aprimorem inclusive sua linguagem e boas maneiras. Sugere uma revolução comportamental, através de uma filosofia muito antiga, propondo uma forma mais sensível e amorosa de relacionamento com a família, com o parceiro afetivo, com os amigos, com os subordinados e até mesmo com os desconhecidos.

 

Então foi o DeRose que inventou este novo Método?

Não. Tanto as técnicas quanto os conceitos utilizados pelo Método são baseados numa cultura muito antiga, a cultura da civilização do Vale do Hindu. DeRose apenas resgatou essas técnicas e esses conceitos quase perdidos no tempo e tratou de organizá-los sistematizando o Método. O conteúdo não é novidade alguma, a proposta é que é nova.

DeRose no início de sua carreira de magistério não atribuía nome algum ao que ensinava. Ao longo do tempo chamou a sistematização de SwáSthya Yôga, porém os alunos, instrutores e mesmo não praticantes percebendo a grande diferença do SwáSthya para as demais linhas de Yôga começaram a chamar o SwáSthya Yôga de Método DeRose. Hoje, após 50 anos de ensino estamos adotando esta nomenclatura.

 

Quem é DeRose?

Para mim DeRose é meu Mestre, para muitos um educador, para outros escritor, Comendador, Doutor Honoris Causa, Conselheiro etc. DDeRoseurante quase meio século de magistério, DeRose acumulou diversos títulos e foi reconhecido pelo seu trabalho sério por diversas entidades importantes no mundo inteiro.

Formou mais de 6.000 instrutores do Método DeRose, foi o introdutor do Yôga nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas de praticamente todo o Brasil e também em Universidades da Europa. Hoje DeRose se dedica quase exclusivamente a sua carreira como escritor e ministrante de cursos. É especialista em filosofia oriental e escreve sobre vários temas: comportamento, ficção, boas maneiras, contos, gastronomia, biografia, filosofia, história etc. Conta com mais de 20 livros publicados em vários idiomas e mais de um milhão de exemplares vendidos.

 

Saiba mais sobre DeRose:

http://www.uni-yoga.org/derose.php

http://www.yoga-go.com.br/derose.htm

http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose/

http://www.casadoyoga.com.br/metodo-derose-de-rose.html

http://www.universoyoga.org.br/derose.php

http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose

http://yogadoitaim.com.br/swasthya-yoga/derose/

São Paulo Running Show e o inédito Espaço Golf!

Posted in Cultura, Opinião e informação with tags , , , , , , , , , , , , on 29/09/2009 by Renata Junqueira

Espaço Golf 2009 - Bienal do Ibirapuera em São Paulo

A quarta edição do São Paulo Running Show contou com um grande diferencial. Pela primeira vez na Bienal do Ibirapuera o running e o golf se juntaram num mesmo evento trazendo aproximadamente 20 mil pessoas entre atletas amadores e profissionais, lojistas e visitantes em busca de melhor qualidade de vida por meio de práticas esportivas.

Organizado pela Haná Marketing o Espaço Golf apresentou o que há hoje no mercado de mais sofisticado e moderno além de equipamentos de ponta e uma linha feminina exclusiva da Callaway representada pela Marina Cerãntola uma das sócias da marca no Brasil.

Pro Tee Golf SimulatorPara os que nunca jogaram golfe sentirem-se mais próximos deste esporte, o requisitado espaço ofereceu dois Pro Tee Golf Simulator onde  o visitante sentia-se em um real torneio de golfe, e ainda podia treinar seu swing, movimento completo de tacada. O público, assim como os profissionais, podiam escolher o melhor taco para a sua jogada, além de sentir todos as dificuldades que existem em praticar o golfe em um campo real.

De acordo com Sérgio Bernardi, diretor da Promotrade, que organiza a Running Show, o objetivo é inserir outros esportes que estejam de alguma forma ligados ao conceito de saúde e bem estar por meio da prática esportiva. “A proposta para o próximo ano é fazer, dentro da Running Show, um salão com esportes de elite. As pesquisas feitas com visitantes da feira mostraram que golfe e tênis, por exemplo, são os esportes preferidos dos visitantes da feira, depois da corrida. Portanto, nossa idéia é oferecer ao público cativo e que freqüenta a feira desde a primeira edição novas opções esportivas e ao mesmo tempo ampliar o público, ao trazer amantes de outros esportes”, afirma Bernardi.

Ano da França no Brasil!

Posted in Arte, Cultura with tags , , , , , , , , , , , on 17/09/2009 by Renata Junqueira

Montagem Matisse Hoje/ Aujourd’hui

Neste sábado fui à Pinacoteca do Estado de São Paulo para ver a exposição do francês Henri Matisse. Lembrei  do tempo de escola estudando História da Arte e da minha professora explicando sobre este artista  e toda sua influência no movimento Fovista. Foi legal ir na exposição para ver e sentir de pertinho as cores vibrantes e contagiantes dos quadros de Matisse, o que em fotos ou na internet é impossível perceber tão bem. A exposição é curta porém mostra uma retrospectiva bem pontual  com os quadros, esculturas, desenhos e litografias mais importantes de Matisse.

No início de sua carreira, no ano de 1908, Matisse não era bem aceito pelos cricri, quero dizer pelos críticos, por conta justamente dessas cores fascinantes que o artista utilizava, mas é o preço que se paga por transgredir as convenções da época. Explicando sobre sua obra para uma revista  o pintor escreveu: “Sonho com uma arte de equilíbrio, de pureza, de tranquilidade, sem temas inquietantes ou preocupantes, uma arte que seja, para qualquer trabalhador cerebral, quer o homem de negócios, quer o homem cultivado, um lenitivo, um calmante mental, algo como uma boa poltrona onde ele possa relaxar do cansaço físico“.

Litografia com cartaz Henri Matisse

Na exposição o que eu mais gostei realmente foram suas  litografias que com a simplicidade dos seus poucos traços transmitiram para mim muito significado, muito sentimento.  Outro destaque da mostra foram as imagens realizadas pelos pioneiros da fotografia Henri Cartier-Bresson e Man Ray, que retratam Matisse no cotidiano e em seu ateliê.

Estando na Pinacoteca aproveite para desfrutar alguns instantes da obra da francesa Céleste Boursier onde três piscinas com louças francesas brancas de porcelana de variados tamanhos flutuam e produzem sons ao se chocarem umas com as outras. Para finalizar  o passeio cultural a parte externa do Café da Pinacoteca é bem agradável com visual para o Jardim da Luz e algumas fotografias em macro bem interessantes.

Dica: Parece que a arte no Brasil esta começando a ganhar seu devido valor, por isso se você não gosta de enfrentar filas não vá na exposição aos sábados pois a entrada é gratuita e lota bastante.