Archive for the Cinema Category

War Horse – É tão óbvio…mas tão lindo!

Posted in Cinema with tags , , on 13/01/2012 by Renata Junqueira

O começo e o final todo mundo já sabe. Mas e dai!?

O filme é lindo, não pelo roteiro, mas pela emoção que passa.

Sim, eu chorei muito. Nào só pelas atrocidades cometidas com os cavalos durante guerra,  ou pelas mortes desnecessárias de crianças no front, mas principalmente pela emoção de ver o  amor de um menino com o seu cavalo, e vice-versa.

Como não podia deixar de ser, sendo um filme de Spielberg, a trilha sonora é incrível. Ele também deixa sua marca registrada com algumas tiradas de humor bem sarcásticas.

Além das críticas que o filme faz sobre a guerra, também nos mostra uma mensagem linda de coragem e determinação. O War Horse é aquele cavalo que não desiste nunca.

Depois que o filme acabou não conseguia me mexer, estava totalmente envolvida com o filme, como se eu é que tivesse lutado na guerra.

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Filme que gostaria de ver em Cannes!

Posted in Cinema with tags , , , , , , on 16/05/2011 by Renata Junqueira
 
Foto do site http://www.zimbio.com
Hoje fuçando na programação de filmes exibidos no Festival de Cannes encontrei um filme que me interessou muito da britânica  Angelina Maccarone, chamado “The Look”. O filme se passa em torno “dos olhares” da atriz  Charlotte Rampling que aborda temas como os tabus, o desejo, a idade , a beleza etc.
Charlotte Rampling sempre foi admirada em seus filmes não só pela beleza mas por ser uma revolucionária e vanguardista. E neste filme ela dialoga com alguns convidados especiais como Peter Lindbergh e Paul Auster 
 

 

Vale a pena conferir no site oficial do Festival de Cannes os trailers dos filmes que estão competindo e os dos que não estão também! 

Só uma dor cura outra dor

Posted in Cinema with tags , , , , , on 12/03/2011 by Renata Junqueira

 

Fonte: Uol cine

Não é a toa que o filme “Em um mundo melhor” de Susanne Bier ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

O filme disserta sobre a vida de duas famílias cujo os caminhos se cruzam por conta da amizade entre os filhos.

Muitas cenas me impactaram  de verdade neste longa. Uma delas foi a forma como Bier mostrou o que é ser uma pessoa integra, verdadeiramente humilde e corajosa.  O médico Anton (Mikael Persbrandt), que trabalha na África em plena guerra civil, para educar seus filhos mostra a eles que nunca se deve revidar uma agressão, e sim perceber o quão estúpido e ignorante é a pessoa que tomou as atitudes violentas. Nesta cena, Anton é agredido por um mecânico e ao invés de revidar ou ficar furioso ele da a outra face e o homem novamente lhe dá um tapa. “Ele é um idiota. Se eu bater nele, também serei um”, diz para seus filhos.

No entanto a mensagem que realmente me marcou foi a de que assim como “só um amor cura outro”, “só uma dor, cura a outra”. Christian (William Johnk Nielsen), um pré-adolescente que enfrenta a dor do luto de sua mãe, coloca toda a culpa deste acontecimento em seu pai, e por isso o odeia profundamente. Ele acaba se tornando um menino rebelde e agressivo. Porém, em uma de suas atitudes violentas seu amigo Elias (Markus Rygaard) sofre um grave acidente. Neste momento ele passa novamente pela dor do luto, mas, ao saber que Elias sobrevive Christian consegue perceber a vulnerabilidade em que todos nós estamos sujeitos e “perdoa” seu pai.

Revolutionary Road

Posted in Cinema, Cultura, Filme with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 18/06/2009 by Renata Junqueira

Revolutionary Road_Kate Winslet_Leonardo DiCaprio

Foi apenas um sonho (Revolutionary Road) 

 Sam Mendes

Ela, uma atriz sem sucesso, ele um empregado frustrado. Apesar de aparentemente levarem uma boa vida, morarem num bairro nobre, usufruírem de uma vida confortável e terem duas filhas, o casal Wheeler’s sustentam uma imagem irreal de casamento perfeito. Em meio a brigas e desentendimentos, o casal resolve sair da cidade e ir viver na Europa. Deixando para trás o imenso “vazio da esperança”. A partir desse momento, pelo simples fato de imaginarem deixar aquela vida sem emoção, pacata e tediosa, tudo começa a mudar na vida deles. Nos meses que antecedem a viagem Frank é promovido e April volta a ter esperança na vida.

O filme com grandes atores consegue mostrar bem o life style das famílias abastardas do interior dos Estados Unidos. Com um roteiro simples porém bem dirigido, a mensagem que mais me chamou a atenção foi a dificuldade das pessoas em conseguir se desvincular dos hábitos que as tornam infelizes, mesmo tendo a oportunidade de larga-los. O casal teve a grande chance de tentar reencontrar a felicidade entre eles, mas deixaram-na passar. Grande parte por pressão da sociedade que se opõe a qualquer tipo de mudança. Mas também por medos e inseguranças. E principalmente por conta dos grandes paradigmas incrustados dentro deles.